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Projeto Pedagógico


UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA
  
 
PROJETO DE
MESTRADO EM PSICOLOGIA
 
Área de concentração:
PSICOLOGIA
 
Linhas de pesquisa:
PROCESSOS COMPORTAMENTAIS E COGNITIVOS
PROCESSOS PSICOSSOCIAIS
 
 
 Dourados – maio de 2015
 
  
1.IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO
 
Nome: Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD
Endereço: Rua João Rosa Goes, 1761
Bairro: Vila Progresso
CEP: 79825-070
Telefone: (67) 3410-2271
Fax: (67) 3411-3624
Cidade: Dourados – MS
E-mail institucional: copg@ufgd.edu.br
 
  
2.IDENTIFICAÇÃO DOS DIRIGENTES
 
Reitora:
Liane Maria Calarge
Telefone: (67) 3410-2711 
E-mail institucional: reitoria@ufgd.edu.br
 
Pró-Reitora de Ensino de Pós-graduação e Pesquisa:
Kely de Picoli Souza
Telefone: (67) 3410-2850 
E-mail institucional: propp@ufgd.edu.br
 
Coordenadora do Programa de Pós-graduação:
Nome: Veronica Aparecida Pereira
Telefone: (67) 3410-2271
E-mail institucional: veronicapereira@ufgd.edu.br
 
 
3.IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA
 
Curso: Programa de Pós-Graduação em Psicologia  (PPGPSI/UFGD)
Área básica: Psicologia
Área de avaliação: Psicologia
Nível do curso proposto: Mestrado
Situação: aprovado
Histórico do curso na CAPES: programa novo – quadriênio 2017-2020
Tem graduação na área ou área afim? Sim
Início: 2009
Nome do programa: Programa de Pós-graduação Psicologia
 
 
4. CONTEXTUALIZAÇÃO INSTITUCIONAL E REGIONAL DO PROGRAMA
 
O Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPSI) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) está diretamente comprometida com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI/UFGD), aportado em bases que incentivam a formação acadêmica de alto nível e a produção científica qualificada. É bastante oportuno o seu surgimento em uma universidade em franca expansão, com grande demanda regional pela formação científica em psicologia e voltada ao desenvolvimento científico que por sua vez implica em uma interação maior nesse campo pelas diversas regiões do país.
A criação do Programa de Pós-Graduação em Psicologia na região Centro-Oeste do país, no Estado do Mato Grosso do Sul, mais especificamente em Dourados, segunda maior cidade do Estado, está perfeitamente de acordo com as novas diretrizes, estratégias e metas do PNPG, no sentido de "dar continuidade e avançar nas propostas para a política de pós-graduação e pesquisa no Brasil."
Conforme o Documento de Área 2013, área de avaliação Psicologia-CAPES, "a Área de Psicologia é integrada por 47 doutorados, 71 mestrados acadêmicos e dois mestrados profissionais (aprovados em 2012), totalizando 120 cursos de pós-graduação", e "constata-se ainda elevada assimetria regional na área de Psicologia" (DOCUMENTO DE ÁREA, 2013, p.2). Metade dos Programas da Área encontra-se no Sudeste, seguidos pelas regiões Nordeste e Sul. A região Centro-Oeste do país concentra o menor número de Programas, apenas 9 (12,3%), e, da mesma forma, em se tratando de Cursos de Mestrado acadêmico, apenas 9 cursos (12,7%) de um total de 71 Mestrados acadêmicos no país. Tal panorama estatístico justifica, por si só, a relevância do programa ora apresentado. A esse respeito, assevera ainda do Documento de Área (2013) que "a região Centro-Oeste apresenta assimetria interna acentuada, já que 2/3 dos Programas estão no Distrito Federal." (p.3) No Estado do Mato Grosso do Sul, Estado em que está situado nossa proposta, conforme dados do Documento de Área 2013, há apenas dois Mestrados acadêmicos em Psicologia, um Programa na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e outro na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). Não consta programa de pós graduação em psicologia no estado vizinho de Mato Grosso, e em Goiais possui um programa na Universidade Católica de Goais (UCG) e um recém criado na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiais (UFG). Os demais programas concentram-se em Brasília, no Distrito Federal, que é considerado um local de difícil acesso para os alunos egressos do Estado de Mato Grosso do Sul, além do que existem áreas de pesquisa e formação que não são contempladas por esses programas, havendo uma demanda reprimida aguardando por um maior número de vagas. Entende-se que essas situações colaboram na justificativa da importância da criação de um Programa de Pós Graduação de Psicologia na UFGD.
A Universidade Federal da Grande Dourados está localizada na região sul do Estado do Mato Grosso do Sul. A Grande Dourados, como é conhecida a região administrativa do Estado na qual está localizada essa Universidade é composta por 35 municípios, sendo que as regiões próximas, como a sul-fronteira, a cone-sul, a leste e a sudeste tem com a Cidade de Dourados forte ligação, visto que ela é a segunda maior cidade do Estado.
As características geográficas e econômicas transformam a cidade em um pólo regional. No que se refere a Educação, a UFGD responde às demandas e as necessidades regionais por conhecimento e produção de saberes para suprir o desenvolvimento regional. Além de outras universidades localizadas na Cidade, acrescido de um Campus da Universidade Estadual, há nas cidades de Maracajú, Fátima do Sul e Caarapó, cursos superiores administrados por pequenas faculdades, além disso, há algumas matrizes de educação à distância na região.
No Estado do Mato Grosso do Sul existem, atualmente, 10 cursos de Psicologia, sendo três (03) deles na cidade de Dourados. A Universidade Federal do Mato Grosso de Sul fornece mais três (03) cursos: Campo Grande, Paranaíba e Corumbá. A capital, além do curso da UFMS, conta com mais três (03) cursos, e a cidade de Três Lagoas oferece também um (01) curso. Os egressos desses cursos, assim como os de outras áreas afins das ciências humanas e biológicas serão candidatos potenciais do PPGPSI da UFGD, além de outros alunos oriundos dos estados do Paraná, Mato Grosso, Goiás e São Paulo entre outros.
A inscrição de um programa de Pós-Graduação em Psicologia na região provavelmente poderá contribuir com a formação de docentes e pesquisadores para além das fronteiras nacionais, isso significa contribuir com o desenvolvimento do Mercosul, com a aproximação e desenvolvimento dos conteúdos da Psicologia e com a produção de conhecimentos que não se circunscrevem à região.
O PPGPSI apresenta como uma de suas características marcantes o fato de contemplar a formação de pesquisadores em diferentes matrizes teóricas e epistemológicas, dada a diversidade da produção científica de seus docentes, que demonstra uma riqueza de potencialidades a serem desenvolvidas nas linhas e eixos de pesquisa e disciplinas do programa.
Apesar do programa ainda não estar implantado, os professores do curso de Psicologia da UFGD já coordenam grupos de pesquisa que tem tido intensa e produtiva vida acadêmica. São eles:
 
Grupo de Pesquisa: Discurso, subjetividade e família
O Grupo de Pesquisa "Discurso, subjetividade e família" desenvolve estudos sobre a relação entre discurso social, construção de subjetividades e relações familiares na contemporaneidade. Nele atuam 2 professoras. Os projetos de pesquisa se inscrevem em 2 linhas de pesquisa: 1) Conjugalidades e famílias contemporâneas, com o projeto "Conjugalidade homoafetiva: discursos e mudanças sociais na contemporaneidade", do qual participam 2 bolsistas PIBIC; e 2) Os sentidos de "comunidade" e as metodologias de trabalho social" em que buscamos compreender os sentidos atribuídos à comunidade na perspectiva de 10 grupos identitários da Região da Grande Dourados e mapear as suas metodologias de trabalho psicossocial e enfrentamento as desigualdades sociais. A pesquisa conta com 1 bolsista PIBIC e 5 PIVIC que participam do Grupo de Estudos em Comunidades Identitárias (GECI). Coordenador: Profa. Dra. Carolina de Campo Borges
 
Grupo de Pesquisa: Comunidades Identitárias e Desigualdades Sociais
Esse grupo de pesquisa se alinha aos estudos e pesquisas de processos psicossociais na área dos estudos de identidade, comunidade e desigualdades sociais, utilizando-se de abordagens da Psicologia Social, que busca entender como se dão sentidos aos eventos do cotidiano abrindo novos horizontes, conceitos, reflexões metodológicas, teorias e categorias, que expressam diferentes modos de compreensão do mundo. Se propõe à aproximações com outros campos disciplinares da Faculdades de Ciências Humanas (FCH) da UFGD. Desenvolve a pesquisa Os sentidos de comunidade e as metodologias de trabalho social em que problematiza os sentidos de pertencimento de comunidades identitárias, como de paraguaios da fronteira, gaúchos, japoneses etc...que compõem a população da região, além dos grupos vulneráveis, como beneficiários das políticas sociais, jovens, mulheres, comunidade LGBTT entre outros. Propõe-se também mapear os problemas psicossociais, preconceitos, discriminações e sofrimentos dessas comunidades as suas formas coletivas de enfrentamento e resistências. Ainda coordenamos o Grupo de Estudos em Comunidades
Identitárias (GECI) que conta com 1 bolsista PIBIC e 5 PIVIC entre outros acadêmicos e egressos do curso de psicologia. Foram apresentados no período entre 2013/2014, seis trabalhos em eventos científicos e 2 artigos estão no prelo como produção do grupo, além de 06 capítulos de livros, nacionais e regionais. Ainda faz parceria em projetos de pesquisas dos Grupo Discurso, Subjetividade e Família e do Grupo Identidade, Gênero e Memória na interface dos estudos de gênero, formações identitárias e políticas públicas . Coordenadora: Profa. Dra. Jacy Corrêa Curado
 
 
Grupo de Pesquisa: Processos de saúde e desenvolvimento: investigações e intervenções
O grupo de pesquisa tem como objetivo disponibilizar instrumentos de avaliação e intervenção, para diferentes contextos, buscando a promoção da saúde e desenvolvimento humano. As populações que podem se beneficiar dos projetos relacionados ao grupo se caracterizam por: crianças em situação de risco ou vulnerabilidade, pessoas com deficiência, seus respectivos professores, familiares e/ou responsáveis e outros agentes preocupados com o tema. Coordenadora: Profa. Dra. Veronica Aparecida Pereira
 
Grupo de Pesquisa: Grupo Saúde mental, trabalho e gestão
Identificação de fragilidades das instituições de saúde e da gestão, que repercutem desfavoravelmente na saúde do trabalhador. Oferecer um espaço de compartilhar solidário e de potencialização da competência técnica. Propiciar que a gestão e trabalhadores assumam um modo participativo de atuação, mas também de elucidação das pulsões inconscientes que volta e meia fragilizam as instituições. Coordenador: Profa. Dra. Sandra Fogaça Rosa Ribeiro. Número de professores participantes: 3. Número de alunos participantes: 4. Duas bolsas de IC (PIBIC) por um ano: ag/2013 à ag/2014. Uma bolsa IC (PPSUS/FUNDECT) por dois anos out/2013 a out/2015. Projeto de pesquisa PPSUS com financiamento pelo edital FUNDECT/DECIT-MS/CNPq/SES N° 04/2013 PPSUS-MS (VALOR DE R$ 34.329,50) no período de nov/2013 à nov/2015.
 
Grupo de Pesquisa: Grupo de estudos e Pesquisa em prevenção e intervenção em saúde
O grupo é relativamente recente, mas já tem algumas produções e divulgações de dados parciais. Na linha de pesquisa "Psicologia, desenvolvimento e saúde" foram produzidos os seguintes estudos: a)três trabalho de conclusão de curso de especialização lato sensu; b) no âmbito da graduação, constam os seguintes projetos de pesquisa: "Avaliação de dor e estresse em crianças internadas na UTI Pediátrica"; "Observação, avaliação psicológica e orientação/ suporte aos pais e mães com bebês ou crianças internadas na UTI Neonatal (UTIN), UTI Pediátrica, Unidade Intermediária (UI) e Maternidade do HU/ UFGD" e "Avaliação da Qualidade de vida e indicadores clínicos de estresse em mulheres atendidas pelo SUS e submetidas ao exame de HPV na cidade de Dourados/MS. Coordenador: Prof. Dra. Luciana Leonetti Correa
 
Grupo de Pesquisa: Grupo de Estudo em Psicologia Experimental e Teórica (GEPETO)
O Grupo é recente, e por isso a sua produção ainda não é numerosa. No entanto, já possui um conjunto significativo de estudantes engajados em estudos teóricos e empíricos, dentre os quais destacam-se: (1) investigações de autores com importância no desenvolvimento do Comportamentalismo Radical de B. F. Skinner; (2) propostas interpretativas de fenômenos sociais que transcendem as generalizações mais comuns, antropológicas; (3) análise experimental das variáveis que determinam o comportamento criativo e (4) investigação experimental da percepção temporal. Além disso, o grupo apresenta publicações em periódicos da área tratando do comportamento simbólico, verbal e análise conceitual do sistema explicativo skinneriano. Coordenador: Prof. Dr. Paulo Roberto dos Santos Ferreira. Colaboradores: Profa. Dra. Tatiane Carvalho Castro, Profa. Dra. Pamela Staliano, Profa. Dra. Karen Priscila Del Rio Szupszynski
 
Grupo de Pesquisa: Estudos e Pesquisas em Avaliação e Intervenção Psicológica
O grupo se destina a desenvolver estudos e pesquisas relacionadas que utilizem instrumentos psicológicos visando elucidar fenômenos psicológicos relacionados a diversos domínios, tais como: personalidade, memória, atenção, inteligência, comunicação, dentre outros. Bem como, realizar intervenções breves e focais com o intuito de minimizar o sofrimento psíquico de determinados grupos populacionais. Coordenador: Profa. Dra. Pamela Staliano.
 
Grupo de Pesquisa: Processos Básicos e Intervenções Psicológicas
Trata-se de um grupo de pesquisa recente que tem como objetivo o estudo dos processos psicológicos básicos como cognição, memória, motivação, autoeficácia, autorregulação, associado a intervenções psicológicas. Um dos principais intuitos é o de pesquisar a inter-relação entre as intervenções (terapia cognitivo-comportamental/entrevista motivacional) e o funcionamento dos processos psicológicos básicos. Há também interesse em estudos de avaliação, validação de escalas e proposta de tratamentos, associados ao tema.
Coordenador: Profa. Dra. Karen Priscila Del Rio Szupszynski.
 
 
5. HISTÓRICO DO CURSO
 
A Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) foi criada em 29 de julho de 2005, pela Lei 11.153. A UFGD proveio da transformação do campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e do Núcleo de Ciências Agrárias da cidade de Dourados. Estas unidades da UFMS em Dourados tiveram sua origem em um conjunto de medidas relativas ao ensino superior, editadas pelo governo do Estado de Mato Grosso entre os anos de 1969 e de 1970. A Faculdade de Ciências Humanas (FCH) foi criada em 21 de setembro de 2006 pela Portaria nº 432 Reitoria/UFGD. Constitui-se em uma das nove Faculdades que compõem a UFGD. Ressalta-se, neste percurso, o constante crescimento da universidade com a criação de sete cursos de graduação a partir do Programa de Expansão Universitária. Posteriormente, com sua adesão ao Programa REUNI, em 2009, mais nove cursos foram instalados, alcançando um total de 28 cursos de graduação na modalidade presencial e dois cursos na modalidade à distância. Na pós-graduação, em 2012, a Universidade possuía 18 cursos stricto sensu, sendo três doutorados e 15 mestrados; e em 2014, atingiu a marca de 26 cursos de pós-graduação stricto sensu, sendo oito ao nível de doutorado. O curso de Psicologia da UFGD foi implantado em 2009 e teve no ano de 2014 a colação de grau de sua primeira turma. A implementação do curso de pós-graduação em Psicologia faz parte do Plano de Desenvolvimento Institucional e recebe o apoio tanto da Faculcudade de Ciências Humanas quanto da Pró-reitora de pesquisa e pós-graduação e da própria Reitoria. Desse modo, o PPGPSI constitui peça chave nos esforços da UFGD com vistas à realização de seus objetivos. Ao pautar o seu desenvolvimento pela sua participação no desenvolvimento científico da Psicologia no pais, o PPGPSI-UFGD coloca-se, ademais, como um importante marco do processo de descentralização da pesquisa e pós-graduação, voltado à ampliação da formação de quadros em todas as regiões do país processo esse que vem recebendo, aliás, o louvável e consistente apoio das agências federais de fomento, complementado, no caso de Mato Grosso do Sul, pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (FUNDECT).
O corpo docente que compõe este de programa de pós-graduação apresenta um visível potencial produtivo, demonstrando uma importante experiência de docência e pesquisa. A seguir, segue um breve resumo de cada um dos professores:
  • CAROLINA DE CAMPOS BORGES. Possui graduação em Psicologia pela Universidade Católica de Goiás (1999); Especialização em Terapia Familiar pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003); Mestrado em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2006); Doutorado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com período de estágio de doutorado no exterior na Université Paris Descartes - Paris 5 - CERLIS (2011); e Pós-doutorado pela Université Sorbonne Nouvelle -Paris 3 (2012). É Professora Adjunta do curso de Psicologia da Universidade Federal da Grande Dourados. É líder do grupo de pesquisa Discurso, Subjetividade e Família. Realiza pesquisa qualitativa na área de Análise de Discurso voltada para o estudo das relações familiares na contemporaneidade.  
  • CONRADO NEVES SATHLER. Psicólogo, formado em 1987 pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal), campus de Lorena, Mestre em Psicopatologia e Psicologia Clínica pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) de Lisboa em 1998, e Doutor em Linguística Aplicada pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) em 2008. Foi professor do Curso de Psicologia no Unisal por 20 anos onde orientou 90 Trabalhos de Conclusão de Curso, 14 Iniciações Científicas e 11 Trabalhos de Conclusão de Curso em especializações, além de atuar em outras graduações e pósgraduações lato sensu, mantendo seus trabalhos com foco na Psicologia da Saúde e na Psicopatologia. Ingressou na UFGD em 2011, lecionando as Disciplinas de Psicopatologia e Análise Institucional, desenvolvendo os seguintes projetos: a) formação de Psicólogos especialistas pela Residência Multiprofissional em Saúde (HU/UFGD), com orientação de monografias; b) Políticas públicas sobre Drogas atuando como conselheiro municipal, pesquisador (pesquisa docente atual) e extensionista na formação de agentes públicos junto à UEMS. Coordenou um grupo do PIBID nos anos de 2013-2014, participou como consultor do projeto PROEXT 2013, Centro de Excelência em Direitos Humanos, voltado à temática indígena. Atualmente coordena o Serviço de Psicologia Aplicada (LabSPA) da UFGD. Publicou 2 artigos em 2013 e tem um livro no prelo, aprovado pelo conselho editorial da UFGD.
  • GABRIELA RIEVERES DE BORGES ANDRADE: É docente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Humanas da UFGD (Universidade Federal de Grande Dourados- MS), graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), mestre e doutora em políticas públicas pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz - RJ). Parte do doutorado foi realizado no Institute of Social Studies (ISS, Haia / Holanda) com bolsa-sanduíche da CAPES. Faz pesquisa e leciona sobre os temas: políticas sociais, análise de políticas, metodologias de pesquisa e sobre a atuação do psicólogo nas políticas públicas.
  • GUSTAVO LEVANDOSKI: Doutor em Educação Física pela Universidade Federal do Paraná (2013), mestrado em Ciências do Movimento Humano pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2009). Atualmente é Coordenador do Projeto de Extensão em Iniciação e Prática Esportiva na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD); Líder do Grupo de Pesquisa em Educação Física Escolar e Saúde (GPEFES), atuando como Professor Permanente no Mestrado em Psicologia da (UFGD). Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em aspectos relacionadas ao cotidiano escolar, atuando principalmente em três linhas de investigação (1- Qualidade de vida e aspectos biopsicossociais; 2- Pedagogia do Esporte; 3- Violência e bullying na escola.
  • JACY CORRÊA CURADO. Doutora em Psicologia Social (PUC/SP). Mestre em Psicologia (UCDB). Master of Arts in Women and Development Studies (ISS/ Holand); Especialista em Psicologia Social (FUCMAT) e em Metodologia de Pesquisa em Gênero (IMS-UERJ/ FIOCRUZ). Possui 12 anos de experiência docente onde coordenou instâncias acadêmicas de pesquisa e extensão, e curso de pós graduação, perfazendo 42 orientações de monografias de conclusão de curso e especialização latu-sensu. Participou da implementação das políticas públicas para mulher e assistência social no âmbito estadual e municipal. Autora dos livros Gênero e Políticas Públicas e Gênero e os Sentidos do Trabalho Social. Como professora adjunta do curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Humanas (FCH) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), na área de Psicologia Social Comunitária coordena o projeto de pesquisa.
  • JAQUELINE BATISTA DE OLIVEIRA COSTA. Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho de Presidente Prudente-SP (2000), mestrado em Educação: Formação de Professores pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho de Presidente Prudente (2004) e Doutorado em Psicologia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2011). Foi professora na Universidade do Oeste Paulista, no Centro de Ensino Superior de Presidente Epitácio e Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Tem doze anos de experiência profissional na docência, durante os quais atuou no ensino básico e superior. Atualmente é professora Adjunta na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) onde coordena o Subprojeto do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (Pibid Psicologia) da UFGD. É membro do Grupo de Trabalho Laboratório de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saúde LEPPSI (UFGD), e do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Gestão e Espaço Escolar Inclusivo (UNOESTE).  
  • KAREN PRISCILA DEL RIO SZUPSZYNSKI. Psicóloga graduada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul-PUCRS (2004), Mestre em Psicologia Clínica pela PUCRS (2006) e Doutora em Psicologia pela PUCRS (2012). Estágio de doutorado realizado na University of Maryland, Baltiomre County, MD (EUA), com orientação do Professor PhD Carlo. C. DiClemente (bolsista de Doutorado Sanduíche pelo CNPQ). Atua como docente desde 2003, tendo lecionado na Faculdade Assis Gurgacz (Cascavel-PR), Faculdades Ingá UNINGÁ (Maringá-PR) e no curso de especialização em Psicologia Hospitalar do Hospital Moinhos de Vento (Porto Alegre-RS), onde também atuou como coordenadora da referida especialização. Orientou trabalhos de conclusão de curso, monografias de especialização e bolsistas de inicação científica. Lecionou como professora convidada em diferentes cursos de especialização na UNISINOS e CESULBRA. Atualmente é professora adjunta do Curso de Psicologia da Universidade Federal da Grande Dourados UFGD, onde leciona sobre Psicologia Cognitiva e Terapia Cognitiva. É líder do Grupo de Pesquisa Processos Básicos e Intervenções Psicológicas. Pesquisadora na área de motivação para mudança, psicologia cognitiva, terapia cognitiva e avaliação psicológica.
  • LUCIANA LEONETTI CORREIA. Psicóloga pela UFSCar e Mestre e Doutora Saúde Mental pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP-RP). Desde 2009, integra o grupo Pain in Child Health (PICH), mantido pela Mayday Foundation e pelo Canadian Institutes of Health Research, na qualidade de membro internacional (alumna member). Atualmente, é Professora Adjunto- II do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências Humanas (FCH) da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), do Pró-Saúde Pet-Saúde/UFGD. Atua na Pós-graduação como tutora do Programa de Residência Multiprofissional do Hospital Universitário (HU/UFGD) e da Pós-graduação de Gestão em Saúde e Gestão Pública na EAD/UFGD. É líder do Grupo de Estudos e Pesquisa em Prevenção e Intervenção em Saúde e pesquisadora no grupo Pesquisas em Psicologia Pediátrica, participando do grupo de trabalho (GT) de Psicologia Pediátrica da ANPEPP. Tem experiência na área da Saúde e do Desenvolvimento, atuando principalmente nos seguintes temas relacionados à saúde materno-infantil: gestação e maternidade; indicadores emocionais em mulheres; dor e psicologia pediátrica; problemas de comportamento e temperamento em crianças. Possui cinco artigos publicados em revistas científicas. É consultora ad-hoc das Revistas Paidéia e Interações em Psicologia.
  • PAMELA STALIANO. Possui graduação em Psicologia pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), mestrado em Psicologia da Saúde pela UCDB e doutorado em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde pela Universidade de Brasília (UnB). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), com experiência no magistério superior por seis anos, lecionando disciplinas sobre Avaliação Psicológica, Técnicas de Observação Psicológica, Psicologia e Diversidade Humana, Psicologia e Saúde Pública, Psicologia e Nutrição, Comportamento Humano nas Organizações. Ao longo da trajetória profissional se dedicou a pesquisas voltadas à representação social de saúde e doença, conhecimento, atitude e percepção de risco frente à epidemias e desastres, comunicação na promoção da saúde e avaliação e intervenção psicológica. É líder do grupo de pesquisa: Estudos e Pesquisas em avaliação e intervenção psicológica, que agrega as seguintes linhas de pesquisa: Investigações teórico-conceituais sobre avaliação psicológica, Processo Saúde-doença, Comunicação e Formação em Saúde. Coordena o projeto de extensão 'Plantão psicológico: porta de entrada dos serviços de psicologia', com a participação de dez alunos de graduação. É consultora ad.hoc nas revistas: Psicologia Ciência e Profissão, Revista Bahiana de Saúde Pública e Psicologia e Saúde.
  • PAULO ROBERTO FERREIRA DOS SANTOS. Graduação em Psicologia (UFSCar). Doutorado Direto em Filosofia no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar (Bolsista FAPESP). Título da Tese: Regra e Criatividade no Comportamentalismo Radical de B. F. Skinner. Pós-doutorado na UFSCar (bolsista FAPESP), sob a supervisão de Júlio César Coelho de Rose. Atualmente, é professor adjunto do Curso de Psicologia da Universidade Federal da Grande Dourados. Ensina nas disciplinas de Anállise Experimental do Comportamento, Epistemologia e Psicologia, História da Psicologia, Fundamentos do Behaviorismo e Comportamento Verbal. Atua, em colaboração com pesquisadores da UFSCar, nas áreas de pesquisa experimental em Análise do Comportamento, no estudo do Comportamentalismo Radical de B. F. Skinner, Filosofia e História da Psicologia, incluindo temas como Criatividade, Comportamento Verbal e Evolução Comportamental. Atua como revisor dos periódicos: Psicologia: Reflexão e Crítica; Acta Comportamentalia e Temas em Psicologia. Também é parecerista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
  • ROSALICE LOPES: Doutora em Psicologia Social (2004) pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Mestre em Psicologia do Escolar e do Desenvolvimento Humano (1998) pelo mesmo Instituto. Especialista em Psicologia Social e Terapeuta Comunitária. Professora Permanente do Programa de Pós Graduação - Mestrado em Psicologia, linha de pesquisa: Processos Comportamentais e Cognitivos. Professora da Graduação em Psicologia na disciplina de Avaliação Psicológica. Sub-Chefe do Núcleo de Estudos de Diversidade, de Gênero e Sexual - NEDGS. Coordena o Humanitas - Grupo de Pesquisa e o projeto de Extensão I Grupo de Diálogos Trans-Femininos no Cárcere na Penitenciária de Dourados. Desenvolve pesquisa sobre os conceitos de empatia, conduta empática e ética na prática psicológica. Supervisiona estagio na Penitenciária Estadual de Dourados - MS e atendimento clínico de crianças e adolescentes em condição de vulnerabilidade social. Atuou como psicóloga no Tribunal de Justiça (2013-1015) e Sistema Penitenciário (1983 -1996/ 2009-2011/2012-2013) no Estado São Paulo - SP, acumulando experiência de mais de 25 anos em atividades como psicóloga e pesquisadora em instituições prisionais. Trabalhou na elaboração de avaliações psicológicas com fins periciais, desenvolveu atividades de acompanhamento de mulheres gestantes e mães encarceradas. Atuou como diretora do Centro de Referências Técnica da Coordenadoria de Reintegração Social e Cidadania da Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo -SAP ,Idealizou, e participou da criação e implantação do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da SAP-SP tendo sido sua primeira coordenadora - 2011-2013. Exerce atividades como docente desde 1991. Orientação de projetos de pesquisa nas seguintes temáticas: Desenvolvimento Moral, Comportamento Delinquente e Violência; Comportamento humano nas prisões; Avaliação Psicológica de pessoas em condição de encarceramento; Intervenções psicológicas em instituições prisionais; Empatia, Compreensão Empática e Comportamento Ética.
  • SANDRA FOGAÇA ROSA RIBEIRO. Psicóloga, Mestre em Saúde Coletiva (UNESP) doutora em Educação (UNICAMP). Orientadora e Coordenadora de pesquisas financiadas pela FUNDECT/PPSUS.  Desenvolveu projeto de apoio institucional de apoio a gestão pública na área da saúde, pela Secretaria de Saúde de SP, em parceria com a UNESP. Tem experiência em docência no ensino superior, especialmente na pós-graduação, com orientação de mestrado e especialização latu senso, bem como de Iniciação Científica, com bolsa PIBIC/CNPQ. Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) na Faculdade de Ciências Humanas, no curso de Psicologia. Coordenadora do grupo de pesquisa Saúde Mental e Trabalho, que acolhe quatro pesquisas em andamento, desenvolvidas com a participação dos orientandos e de outros docentes da UFGD, bem como de outras universidades parceiras, UEM E UNESP. A ênfase da sua atuação é em saúde mental e trabalho, principalmente nos seguintes temas: equipe interdisciplinar, educação permanente em saúde, processos de trabalho.
  • TATIANE CARVALHO CASTRO. Professora adjunta do curso de Psicologia da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) desde 2013. Possui graduação em Psicologia (2003), Especialização em Psicoterapia na Análise do comportamento (2004) e mestrado em Análise do Comportamento (2007) pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Doutora em Psicologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em 2013. Atuou como psicóloga clínica e docente colaboradora do Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento da Universidade Estadual de Londrina de 2006 a 2008. Atua principalmente nos seguintes temas: Terapia Comportamental, Psicologia Experimental, Equivalência de Estímulos, Controle Contextual.
  • VERONICA APARECIDA PEREIRA. Psicóloga, formada pela (UNESP), campus de Bauru (2002); Mestre em Ensino de Ciências, pela mesma universidade (2006) e Doutora em Educação Especial pela UFSCar (2009). Atua na área de Psicologia do Desenvolvimento e Psicologia da Saúde. Seus projetos voltam-se à: a) Promoção de práticas preventivas que minimizem ou diminuam condições de risco na primeira infância e saúde materna; b) Intervenções na área clínica, em Terapia Comportamental Infantil, no atendimento à crianças e familiares; e c) Acompanhamento de Grupo de Apoio à Adoção: acompanhamento de crianças acolhidas ou encaminhadas à adoção, formação de pais/mães candidatos à adoção. Projetos com fomento: 2010-2014: Programa de Educação tutorial: formação de professores e alunos do ensino fundamental na área de Habilidades Sociais (CAPES/FNDE); 2015-2017: PROEXT: Acompanhamento de crianças e adolescentes acolhidos - desafios para conquista dos direitos humanos e inclusão social. Professora Adjunta da Universidade Federal da Grande Dourados no curso de Psicologia, desde 2009.
 
 
6. COOPERAÇÃO E INTERCÂMBIO
 
Os Programas de Pós-Graduação da instituição destacam-se pela internacionalização de suas produções científicas, pela quantidade e qualidade do corpo docente, uma vez que é política da UFGD a contratação de professores doutores em regime de dedicação exclusiva e pela crescente parceria com outras instituições de ensino superior nacionais e internacionais. Por ser um estado eminentemente fronteiriço, com uma extensa linha de contato com as vizinhas repúblicas do Paraguai e da Bolívia, a UFGD apresenta um valioso potencial de intercâmbio com os países vizinhos, o que fortalece a sua internacionalização científica. O Paraguai, país com aproximadamente seis milhões de habitantes e oito Universidades, tem cursos de Psicologia em três cidades, há também programas de Mestrado e Doutorado em funcionamento, sendo as áreas de Psicologia do Trabalho, Comunitária, Clínica e Psicoterapia Breve abastecidas com Mestrados regulares. Há Doutorados regulares nas áreas de Psicopedagogia e Psicoterapia. Parte destes cursos funcionam em regime de convênios internacionais e alguns deles são semi-presenciais. A Bolívia, com o número de habitantes próximo a dez milhões, possui doze Universidades e sete cursos de graduação em Psicologia, mestrados em áreas da Gestão da Qualidade em Saúde, Tecnologia da Educação e áreas afins, mas nenhum específico em Psicologia e possui um Doutorado em Psicologia que investiga famílias e crianças em situação de risco. Os programas de Pós-Graduação bolivianos são também desenvolvidos em regime de convênios internacionais, principalmente em acordos com a Argentina e Espanha. Explicita-se, desse modo, as várias possibilidades de internacionalização do PPGPSI.
Além destas demandas e possibilidades relacionadas aos países fronteiriços, os professores que compõem o corpo docente deste projeto possuem produtivos relacionamentos com outros grupos de pesquisa, seja dentro ou fora do país. Estes vínculos tem ligações com a conclusões de doutorados, mas que se mantém como forma de parceria em pesquisas ou produções bibliográficas. Dentre os professores que são colaboradores em outros grupos de pesquisa:
 
Programa de pós-graduação em Psicologia - UFRJ
A Profa. Carolina de Campos Borges mantém parceria com o grupo de pesquisa Discurso e Construção de Identidades e Subjetividades liderado pela Profa. Dra. Maria Lúcia Rocha-coutinho. A colaboração é refletida em atividades de pesquisa e publicação conjuntas.
 
Programa de pós-graduação em Psicologia UNOESTE
A profa. Jaqueline Batista de Oliveira Costa é membro do grupo de pesquisa Políticas públicas, gestão e espaço escolar inclusivo liderado pela Profa. Augusta Boa Sorte Oliveira Klébis. Além da participação em projetos de pesquisa, as atividades de cooperação se desenvolvem através de publicações. A Profa. Sandra Fogaça Rosa Ribeiro possui parceria com o grupo de pesquisa Contexto escolar e processo de ensino aprendizagem:ações e interações liderado pela Profa. Raimunda Abou Gebran, desenvolvendo orientações compartilhadas e publicações científicas.
 
Programa de pós-graduação em Psicologia PUCRS
A Profa. Karen Priscila Del Rio Szupszynski mantém vínculo com o Grupo de pesquisa Avaliação e atendimento em Psicoterapia cognitiva e comportamental coordenado pela Profa. Dra. Margareth da Silva Oliveira. A colaboração se reflete através de publicações conjuntas, participação em pesquisas e apresentação de trabalhos em eventos.
 
Programa de pós-graduação em Psicologia USP
A profa. Luciana Leonetti Correa é membro do grupo de pesquisa Pesquisa em psicologia pediátrica liderados pelas professoras Dra. Maria Beatriz Martins Linhares e Dra. Maria Aparecida Crepaldi e mantém vínculo principalmente através de publicações científicas. A Profa Luciana L. Correia integra desde 2009 o grupo Pain in Child Health (PICH), mantido pela Mayday Foundation e pelo Canadian Institutes of Health Research, na qualidade de membro internacional (alumna member). http://paininchildhealth.dal.ca/
 
Programa de pós-graduação em Psicologia UNESP
A profa. Veronica Aparecida Pereira participa ativamente do grupo de pesquisa Ações preventivas e processos de intervenção em desenvolvimento infantil liderado pela professora Dra. Olga Maria Piazentin Rolim Rodrigues. A colaboração se dá através de visitas dos membros dos grupos, publicações e apresentações de trabalhos em eventos.
Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul A UEMS é uma instituição parceira em Projetos de Pesquisa da docente Sandra Fogaça Rosa Ribeiro, financiados pela FUNDECT, especialmente na discussão da linha de pesquisa Processos de Saúde, por meio dos cursos de graduação e pós graduação nessa área.
 
Grupo de pesquisa Health and addictive behaviors: investigating transtheoretical solutions (HABITS) University of Maryland, Baltimore County EUA
A A Profa. Karen Priscila Del Rio Szupszynski mantém parceria com o referido grupo de pesquisa americano liderado pelo professor PhD Carlo C. DiClemente através de discussões teórico-práticas e de produção de artigos internacionais.
 
Centre de Recherche sur les Discours Ordinaires et Spécialisés (CEDISCOR) da Université Sorbonne Nouvelle - Paris. A professora Carolina de Campos Borges mantém vínculo com o referido centro de pesquisa, fundado pela professora Dra. Sophie Moirand e coordenado pela professora Dra. Sandrine Reboul-Touré, por meio de cooperação em estudo, troca de informações sobre publicações e eventos científicos.
 
 
7. INFRAESTRUTURA
 
Infraestrutura administrativa exclusiva para o programa?
Sim
 
Salas para docentes?
05
 
Salas para alunos, equipadas com computadores?
01
 
Laboratórios para pesquisa
 
Laboratórios específicos
O curso de Pós-graduação em Psicologia conta com instalações de laboratórios próprios e, também, com laboratórios compartilhados com os demais cursos da Faculdade cujas temáticas e equipamentos têm afinidade com o desenvolvimento de suas atividades, principalmente os laboratórios de ensino, equipados com computadores.
 
* Laboratório de Prática de Ensino
O Laboratório de Prática de Ensino é um espaço multidisciplinar que tem por finalidade executar atividades voltadas à instrumentação do ensino e ao atendimento e enriquecimento acadêmico de alunos com vistas a subsidiar o desenvolvimento das disciplinas. Em funcionamento na sala 2 da Faculdade de Ciências Humanas, este laboratório é compartilhado com o curso de Ciências Sociais. Nele se encontram computadores conectados à internet onde trabalhos individuais e coletivos podem ser desenvolvidos.
 
* Laboratório Psicologia Experimental
O Laboratório destina-se à investigação de parâmetros comportamentais (em função de variáveis ambientais e bioquímicas) em animais empregando modelos padronizados na literatura, tais como: Labirinto em cruz elevado, Medo Condicionado ao Contexto e ao Som, Open field e Teste Claro e Escuro. Nesse laboratório também são estudados processos de aprendizagem e discriminação simples e complexa em delineamentos de caso único e grupos experimentais empregando modelos de fuga e esquiva e condicionamento operante.
 
* Clínica de Psicologia (LabSPA - Serviço de Psicologia Aplicada)
Este laboratório está voltado à formação profissional dos alunos do Curso de Psicologia e à prestação de serviços especializados em Psicologia à comunidade de Dourados e Grande Dourados. É um serviço da Faculdade de Ciências Humanas e tem Regimento Interno próprio, aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cultura. E, ainda, é cadastrado no Conselho Regional de Psicologia. O Serviço de Psicologia Aplicada é um órgão direcionado para a formação em nível de graduação, no entanto constitui-se com um espaço para atividades de pesquisa em relação a avaliação, intervenção, grupos, entre outros. O LabSPA contém salas de atendimento clínico individual e grupal, salas de espelho, brinquedoteca, sala de ludoterapia e sala de avaliação psicológica. Há ainda espaços para materiais de uso clínico diversificado e armários para testes e outros instrumentos de medida psicológica. O LabSPA, desta forma, se volta a tornar-se um polo de produção de
conhecimentos e de saúde a serviço da Universidade e da comunidade.
 
* Laboratório para reuniões dos grupos de pesquisa
O Laboratório de Pesquisas, em funcionamento na sala 4 da FCH, é um espaço equipado com data-show, quadro negro, mesas e cadeiras de estudo que acolhe aos Grupos de Pesquisas dos professores do curso de Psicologia da UFGD. Este laboratório atende, mediante agendamento semanal, as reuniões dos grupos de pesquisa que contam com professores e alunos.
 
* Gabinetes dos Professores
No segundo andar da FCH estão localizados os gabinetes dos professores. Cada gabinete comporta 3 professores, sendo que cada um possui mesa, cadeiras, gaveteiro e armário para organização de suas atividades e materiais. Nos gabinetes são realizadas orientações e pequenas reuniões.
 
Biblioteca ligada à rede mundial de computadores?
30
 
Caracterização do acervo da biblioteca
A Biblioteca da UFGD tem por finalidade atender ao corpo docente, discente e técnico-administrativo. Suas principais atividades são de empréstimo domiciliar e consulta local. Além disso, a biblioteca presta serviços à Editora da UFGD e aos alunos, pesquisadores e professores da comunidade, elaborando levantamentos bibliográficos e catalogação na fonte, entre outros.
A Biblioteca encontra-se informatizada, sendo utilizado um software desenvolvido pela própria UFGD denominado Sistema Bibliotecário. O sistema de empréstimo utiliza códigos de barra e scanner de mão a laser e cartão do aluno/usuário. A Coordenadoria da Biblioteca Central da UFGD é constituída pela Biblioteca Central, Biblioteca da FADIR (Faculdade de Direito e Relações Internacionais) e Biblioteca do HU (Hospital Universitário). A Biblioteca central atende aos cursos de graduação e pós-graduação da UFGD.
A Biblioteca Central da Cidade Universitária conta com 3.520 m² e em seu espaço se distribuem: acervo bibliográfico de 95.450 exemplares, 30 computadores, sala acústica para trabalhos em grupo, salas de estudos individuais com 90 cabines e de estudos coletivos com 52 mesas e 341 assentos. O espaço é dividido com a biblioteca da UEMS, que conta com o acervo total de mais 99.084 exemplares.
Medicina: Títulos 2039 / Exemplares 5137
Psicologia: Títulos 685/ Exemplares 1484
Educação: Títulos 3.680/ Exemplares 9.215
Antropologia: Títulos 321/ Exemplares 887
TOTAL: Títulos 6.805 / Exemplares 16.927
Na área de Psicologia, constam 685 títulos, para um total de mais de 1484 exemplares. Anualmente são listados vários títulos para ampliação e atualização do acervo. Registre-se que a UFGD mantém uma política de aquisição de material bibliográfico: a Biblioteca destina recursos para a adequação do acervo aos ementários e bibliografias relacionadas nos projetos pedagógicos de seus vários cursos de graduação e projetos de pós-graduação latus e strictu senso. Assim, o acervo tem sido enriquecido tanto em número de exemplares quanto de títulos para atender as necessidades, inclusive com a aquisição de periódicos.
A indicação do material a ser adquirido é feita pelos professores dos cursos. Essa indicação é, em seguida, analisada pela Comissão de Seleção e Aquisição de Materiais Bibliográficos (composta por um professor de cada faculdade, por bibliotecários e representantes da graduação e pós-graduação) e depois encaminhada para a Biblioteca Central para compra.
A Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) da UFGD está integrada à BDTD nacional, onde se disponibiliza on line toda a produção técnico-científica dos programas de pós-graduação das Universidades do país. A Biblioteca oferece:
Portal de periódicos CAPES;
COMUT;
Empréstimo entre Bibliotecas;
Levantamento Bibliográfico;
Internet e wi-fi;
Normatização Bibliográfica e Orientação quanto à normatização de trabalhos acadêmicos (Vancouver e ABNT);
Repositório institucional;
Laboratório de restauração e conservação de livros e documentos;
Coleção MS/MT (conjunto de todas as publicações dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul);
Treinamento de usuários;
Treinamento em base de dados (Bireme, PubMed, Lilacs, Science Direct, Periódicos Capes)
Revistas: Veja, Scientiae Studia, Universidade e Sociedade, Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior , Dois Pontos e Multitemas.
Consulta ao catálogo do Acervo - disponível na Internet pelo site: http://www.ufgd.edu.br/consultacolecoes.pdf e o guia do usuário pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.ufgd.edu.br/biblioteca/guia-rapido-do-usuario.
 
Destaca-se a discponibilidade para consultas de artigos e periódicos no Portal de Periódicos CAPES, proporcionando ao aluno acesso a publicações nacionais e internacionais. Essa importante ferramente poderá ser utilizada pelos alunos do mestrado tanto na consulta de bibliografias das disciplinas quanto na fundamentação teórica e metodológica de suas pesquisas.
 
Financiamentos
 
Projeto de pesquisa PPSUS "Educação Permanente em Saúde: processo de gestão e formação num núcleo regional de saúde do Mato Grosso do Sul", com financiamento pelo edital FUNDECT/DECITMS/CNPq/SES N° 04/2013 PPSUS-MS (VALOR DE R$ 34.329,50) no período de nov/2013 à nov/2015.Este projeto é sobre o processo de educação em saúde, formação e qualificação de gestores e trabalhadores de saúde, em meio a transformações na organização do trabalho no setor público. Dessa forma, é necessário investigar os processo educativos em saúde, envolvendo a formação permanente de gestores e trabalhadores, considerando que a constante qualificação desses atores repercute de forma direta na assistência a saúde prestada aos usuários. O objetivo geral é investigar os processos de gestão e Educação Permanente em Saúde em desenvolvimento numa microrregião de saúde. Relacionará tais processos com a saúde do trabalhador de saúde, investigando se a Educação Permanente em Saúde ocorre durante o processo de trabalho, em serviço, possibilitando transformar os espaços de reuniões burocratizadas de equipe em espaços de decisão e ao mesmo tempo de cuidado para o trabalhador.
Docentes Participantes do projeto: Sandra Fogaça Rosa Ribeiro (Coordenador Responsável); Luiz Rogério Romero; Cibele de Moura Sales; Guillermo Alfredo Johnson; Selma Gisele Lourenção de Souza
 
Fatores e comportamentos de risco em indivíduos usuários de substâncias psicoativas: ASSIST e Intervenção./Chamada FUNDECT/DECIT-MS/CNPq/SES N° 04/2013 PPSUS-MS.
O abuso de substâncias representa um problema que afeta significativamente a saúde e bem-estar de indivíduos e da comunidade. Pesquisas sobre intervenções para usuários de drogas tem sido cada vez mais valorizadas no Brasil. O ASSIST é um questionário validado internacionalmente e indicado pela OMS para triagem de usuários de substâncias sendo disponível em várias línguas sem custos financeiros. Possui também um modelo de intervenção breve para sujeitos que apresentem elevada pontuação no questionário e, por consequência, presença de problemas com uso de drogas (lícitas ou ilícitas). Tem se mostrado uma ferramenta eficaz e com comprovação científica. Sua relevância é acentuada pois constitui-se uma ferramenta de identificação e a intervenção precoce para possíveis
usuários de drogas, levando a resultados melhores do que quando tratados em estágios posteriores. O objetivo deste estudo é validar o questionário e intervenção em serviços de atenção primária. Situação: Em andamento Natureza: Projetos de pesquisa. Ano de Início: 2013.
Docentes Participantes do projeto: Karen Priscila Del Rio Szupszynski, Luciana Leonetti Correa, Silvia Aparecida Oesterreich e Paulo Roberto Santos Ferreira.
 
PROEXT - Projeto "Acompanhamento de crianças e adolescentes acolhidos: desafios para conquista dos direitos humanos e inclusão social" - subprojeto "Metacontingências e direitos da criança" que tem como objetivo investigar: a)saúde e desenvolvimento de crianças em situações de acolhimento e/ou encaminhadas à adoção; b) estruturação de políticas públicas para a infância, c)formação de pais/mães candidatos à adoção,d) acompanhamento de famílias nucleares e extensas. O subprojeto é coordenado pela Profa. Dra. Veronica Aparecida Pereira e conta com a participação de docentes da Faculdade de Comunicação, Artes e Letras (FACALE) e da Faculdade de Ciências da Saúde (FCS) da UFGD. O órgão financiador é o MEC edital PROEXT 2015, tendo sido contemplado com R$ 265.389,60. UFGD:
 
*Financiamento de Projeto de Extensão Projeto de melhoria da qualidade de vida para os idoso PROCAVIDO que faz parte do projeto "Processos básicos na terceira idade" coordenado pela Profa. Dra. Karen Priscila Del Rio szupszynski.
 
Falta lançar as bolsas da Fundect e da CAPES
 
 
8. INFORMAÇÕES ADICIONAIS
 
  1. A UFGD disponibiliza uma conexão do tipo VPN, mediante a qual os docentes podem conectar-se ao sistema de informática da universidade por meio de qualquer computador e em qualquer lugar podendo acessar, entre outros conteúdos, o Portal Periódicos da CAPES. Esta modalidade de conexão será em breve estendida aos discentes de pós-graduação. Para os docentes e pós-graduandos que disponham de notebooks, a universidade disponibiliza, no interior de todas as suas dependências, o sistema wireless de acesso à Internet. Além da sala de estudos destinada aos pós-graduandos, os gabinetes e laboratórios contam quase em sua totalidade com computadores ligados à internet. Existem também equipamentos de data show disponíveis na FCH para realização de aulas ou reuniões, havendo equipamentos a vulso e sala já com máquina instalada.
  2. A cidade de Dourados, sede de um município com cerca de 200 mil habitantes, é a segunda do estado de Mato Grosso do Sul, em termos populacionais e econômicos, logo depois da capital. Ela se situa a 120 km da fronteira com o Paraguai, no centro de uma região (o extremo sul) que apresenta a maior concentração populacional e a mais densa rede urbana de todo o estado. Desse modo, a cidade é referência, em termos de oferecimento de serviços e produtos, para os habitantes de mais de 30 outros municípios, cuja população, segundo os dados do IBGE para 2007, representa mais de 30% do total do estado. Possui equipamentos culturais como um Teatro Municipal, cinemas, Museu Municipal e livrarias e é servida por transporte aéreo regular, com voos diários para diferentes destinos. Além da UFGD, encontra-se também em Dourados a sede de uma outra importante universidade pública, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), além de uma unidade da EMBRAPA. Fazem-se ainda presentes na cidade e em toda a região várias instituições privadas de ensino superior, dentre as quais se destaca o Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN, sediado em Dourados). É importante ressaltar que a UEMS localiza-se ao lado da UFGD, na já referida Cidade Universitária. Tal circunstância, além de proporcionar às duas universidades condições de um amplo crescimento físico, favorece a busca de sinergias estando já efetivamente generalizada a prática da cooperação entre os docentes dessas duas instituições públicas, envolvendo por exemplo a realização de eventos conjuntos e a atuação em grupos e projetos de pesquisa
 
 
9. ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E LINHAS DE PESQUISA
 
 
Área de concentração: Psicologia
            Na caracterização da área, enfatizar-se-á, em primeiro lugar, o compromisso com a disciplina Psicologia. Isto é, valorizamos e praticamos a interdisciplinaridade sem, contudo, abrir mão de uma inequívoca filiação aos métodos e pressupostos da Psicologia. Na verdade, se o alargamento dos problemas, métodos e objetos da Psicologia aconselha (praticamente exige, diríamos) o mais amplo diálogo e cooperação com as demais ciências sociais e da saúde, isso constitui antes de tudo, a nosso ver, um fortalecimento da perspectiva essencialmente psicológica. A proposta baseia-se em uma temática ampla, com o intuito de abranger diferentes saberes e práticas psicológicas, advindas de necessidades regionais e nacionais.
 
           
Linha 1: PROCESSOS COMPORTAMENTAIS E COGNITIVOS
Estudo dos processos básicos em comportamento, neurociências e ciências da mente, abrangendo tópicos como sensação, percepção, emoção, memória, cognição, aprendizagem, motivação, atenção e consciência. Compreende também estudos das múltiplas variáveis da Psicologia do Desenvolvimento Humano ao longo da vida, sejam elas cognitivas, afetivas, sociais e/ou biológicas. Estudos sobre avaliação e intervenção em Psicologia.
PROFESSORES: Gustavo Levandoski, Karen Priscila Del Rio Szupszynski, Luciana Leonetti Correia, Paulo Roberto dos Santos ferreira, Rosalice Lopes, Tatiane carvalho Castro e Veronica Aparecida Pereira.
 
Linha 2: PROCESSOS PSICOSSOCIAIS
Este eixo articula pesquisas e disciplinas que têm por objetivo produzir uma compreensão contextualizada da construção psicossocial de novas socialidades na contemporaneidade, bem como do caráter dialógico e coletivo da produção do conhecimento psicológico. Nele, articulam-se conhecimentos de diferentes abordagens teóricas, interdisciplinares, a partir de referenciais metodológicos predominantemente qualitativos. Agrega estudos que tratam das dimensões subjetiva, institucional, discursiva, sociocultural e política, relacionadas às temáticas emergentes, como: violência, desigualdade social, relações familiares, relações de gênero, modos de subjetivação, relações de trabalho e saúde, entre outras.
PROFESSORES: Carolina de Campo Borges, Conrado Neves Sathler, Gabriela Rieveres Borges de Andrade Jacy Correa Curado, Jaqueline batista de Oliveira Costa, Pamela Staliano, Sandra Fogaça Rosa Ribeiro.
           
10. OBJETIVO DO CURSO/PERFIL DO PROFISSIONAL A SER FORMADO
 
Objetivos do curso:
Em conformidade com as finalidades da Universidade Federal da Grande Dourados o curso de Mestrado em Psicologia tem os objetivos de:
 
I.Promover o conhecimento da Ciência Psicológica, nos seus diversos campos de atuação.
II.Formar pesquisadores com reflexão crítica, capazes de contribuir com o desenvolvimento sócio-econômico, cultural, técnico e científico do país.
III.Propiciar a formação de pesquisadores com vistas à multideterminação dos problemas sociais e humanos, atentos à especificidade das demandas da região da Grande Dourados, bem como à diversidade de outros contextos sócio-culturais.
IV.Formar docentes de ensino superior habilitados a atender a demanda da região, bem como a integrar as práticas psicológicas à realidade sócio-politica da região da Grande Dourados, com suas especificidades e diversidades.
V.Constituir, juntamente com os demais programas de Pós-Graduação da UFGD, um pólo de desenvolvimento científico e cultural da região da Grande Dourados e das regiões fronteiriças.
 
Perfil do profissional a ser formado:
Os egressos do Curso de Mestrado em Psicologia da UFGD deverão estar aptos a:
I.Exercer a atividade de docência em ensino superior;
II.Refletir criticamente a respeito dos problemas sociais e humanos que se apresentam na região da Grande Dourados e em outros contextos, dentro da especificidade das contribuições que a Psicologia pode oferecer;
III.Desenvolver atividades de pesquisa com excelência, seguindo os parâmetros de rigor teórico e metodológico que se impõem em seu campo de estudo;
IV.Contribuir para o desenvolvimento sócio-econômico, cultural, técnico e científico do país;
V.Ser capazes de produzir novos conhecimentos, fornecendo aos seus concidadãos reflexões fundamentadas e criativas que venham a contribuir para uma inserção ativa e consciente de cada um em seu meio social.
 
Descrição sintética do esquema de oferta de curso
O Curso de Mestrado em Psicologia da UFGD terá duração de dois (02) anos, com seleção anual, e será exigido o cumprimento de um total de 40 créditos, sendo 12 créditos de disciplinas obrigatórias, 08 de disciplinas optativas, 02 créditos de estágio docëncia e 18 créditos correspondentes às atividades de dissertação. Os alunos deverão cursar duas disciplinas obrigatórias (oferecidas a todos os alunos) e uma da linha de pesquisa escolhida, perfazendo um total de 12 créditos. As disciplinas deverão ser cursadas, preferencialmente no primeiro e segundo semestres do curso, reservando-se o último ano para a finalização da pesquisa e escrita da dissertação. O programa está composto por área de Concentração (Psicologia) e três linhas de pesquisa. A conclusão do curso está condicionada pelos seguintes elementos: realização de todos os créditos exigidos; Banca de Qualificação; submissão de um artigo a uma Revista científica, nacional ou internacional, com Qualis no sistema CAPES; Defesa e aprovação de trabalho final em uma banca de defesa da dissertação de mestrado. O Estágio de Docência será atividade obrigatória para todos os discentes do programa.
 
 
11. DISCIPLINAS
 
 
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS (3)
Disciplina Linha C. H. Créd. OPT/OBR Docente(s)
Seminários de pesquisa 1,2 60 4 OBR Karen Priscila Del Rio szupszynski
Formação de Professores e Práticas Docentes  1,2 30 2 OBR Jaqueline Batista de Oliveira Costa
Psicologia da Fronteira 1,2 30 2 OBR Pamela Staliano
 
 
 
 
DISCIPLINAS LINHA 1 – Processos Comportamentais e Cognitivos
Disciplina Linha C. H. Créd. OPT/OBR Docente(s)
Teorias e métodos em comportamento e cognição
 
1 60 4 OBR Paulo Roberto dos Santos Ferreira
Processos psicológicos básicos na prática clínica 1 60 4 OPT Karen Priscila Del Rio Szupszynski
Linguagem e comportamento simbólico 1 60 4 OPT Paulo Roberto dos Santos Ferreira
Tópicos Avançados em Terapia Analítico-comportamental 1 60 4 OPT Tatiane Carvalho Castro
Saúde materno-infantil: prevenção de riscos e intervenção 1 60 4 OPT Veronica Aparecida Pereira
Fatores de risco e mecanismos de proteção ao desenvolvimento da criança 1 60 4 OPT Luciana leonetti Correa
 
 
DISCIPLINAS LINHA 2 – Processos Psicossociais
Disciplina Linha C. H. Créd. OPT/OBR Docente(s)
Teorias e Métodos Psicossociais 2 60 4 OBR Jacy Correa Curado
História da Família: processos e mudanças 2 60 4 OPT Carolina de Campos Borges
Psicologia da Violência: na Família, na Escola e na Sociedade 2 60 4 OPT Cristiano da Silveira Longo
Escola, Violência e Representações Sociais 2 60 4 OPT Jaqueline Batista de Oliveira Costa
Psicologia e Desigualdades Sociais 2 60 4 OPT Jacy Correa Curado
Subjetividade e Constituição do Sujeito 2 60 4 OPT Stella Narita
Trabalho e gestão: repercussões na sociedade contemporânea 2 60 4 OPT Sandra Fogaça Rosa Ribeiro
Representações discursivas do Corpo, Saúde e Cura 2 60 4 OPT Conrado Neves Sathler
 
 
 
DISCIPLINAS OPTATIVAS COMUNS
Disciplina Linha C. H. Créd. OPT/OBR Docente(s)
Tópicos Especiais em Psicologia I 1,2 30 2 OPT -
Tópicos Especiais em Psicologia II 1,2 60 4 OPT -
Tópicos Especiais em Psicologia III 1,2 60 4 OPT -
Estudos Dirigidos I 1,2 30 2 OPT -
Estudos Dirigidos II 1,2 30 2 OPT -
 
 
 
Ementário
 
OBRIGATÓRIAS
 
  1. SEMINÁRIOS DE PESQUISA
EMENTA: Epistemologia da pesquisa em Psicologia; análise crítica dos diferentes modalidades e estruturas de projetos de pesquisa. Seminários e apresentações das propostas de pesquisas dos professores do programa de pós-graduação em Psicologia da UFGD.
 
BIBLIOGRAFIA:
BAUER, M.W.  &  Gaskell  (Eds.),  Pesquisa qualitativa  com  texto,  imagem  e  som:  um manual  prático.  (Pedrinho A. Guareschi, trad.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
BRYMAN,  A.  Quantity  and  quality  in  social  research.  London:  Unwin  Hyman, 1998.
CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto.Trad.Magda Lopes, 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
DEMO, P. A. Pesquisa e informação qualitativa. Campinas: Papirus. 2001.
DENZIN, N.K.; LINCOLN, Y.S. Handbook of qualitative research. 2a. ed. London, Sage, 2000.
FLICK, Uwe. Uma introdução à pesquisa qualitativa. Trad. Sandra Netz. – 2.ed. – Porto Alegre: Bookman, 2004.
GONZÁLEZ REY, Fernando Luis. Pesquisa qualitativa em psicologia: caminhos e desafios. São
GONZÁLEZ  REY,  F.  L.  La  investigación  cualitativa  en  psicología:  rumbos  y desafíos. São Paulo: Educ, 2009.
NEVES, V. F. A. Pesquisa-ação e Etnografia: Caminhos Cruzados. Pesquisas e Práticas Psicossociais, v. 1, n. 1, São João del-Rei, jun. 2006
OLIVEIRA, SILVIO LUIZ DE. Tratado de metodologia cientifica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias , dissertacoes e teses. . Sao Paulo: Pioneira, 1998. 320p
Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho cientifico. Metodologia do trabalho cientifico: Cortez & Moraes111pp.
SIPINK, M. J. P.; BRIGAGÃO, J.I.M; NASCIMENTO, V.L.; PRIOLI, M. A produção de informação na pesquisa social: compartilhando ferramentas. 1.ed. – Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2014
 
 
 
 
 
  1. FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PRÁTICAS DOCENTES 
EMENTA: Estudos sobre a relação entre formação de professores e melhorias na qualidade do ensino; as políticas públicas de formação inicial e continuada de professores e seus impactos nas práticas docentes; representações sociais, formação docente e práticas pedagógicas; desenvolvimento profissional do professor; a concepção de professor critico-reflexivo e professor pesquisador e a formação do professor de Psicologia no contexto social de mudanças.
 
BIBLIOGRAFIA:
ANDRÉ, M. E. D. A. de. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. São Paulo: Papirus, 2001.
BRASIL – MEC. RESOLUÇÃO Nº 5, DE 15 DE MARÇO DE 2011. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores de Psicologia.
CONTRERAS, J. A autonomia de professores. São Paulo: Cortez, 2002.
GATTI, B. Formação de professores e carreira. São Paulo: Cortez, 1997.
IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
LIBÂNEO, J. C. e outros. Educação escolar, políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2003.
NÓVOA, A. (Org.). Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1997.
NÓVOA, Antonio (org.) Profissão professor. Portugal: Porto Editora Ltda., 1999.
MARCELO, C, G. Formação de professores: para uma mudança educativa. Porto: Porto Editora, 1999.
PERRENOUD, P. A prática reflexiva no oficio do professor: profissionalização e razão pedagógica. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
PIMENTA, S. G. e GHEDIN, E. (org.) Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. São Paulo: Cortez Editora. 2002. 2ª ed.
PIMENTA, S. G. Por uma pedagogia de formação de professores: embates conceituais e crítica às políticas atuais. In: BARBOSA, Raquel Lazzari Leite (Org.). Trajetórias e perspectivas da formação de educadores. São Paulo: Editora UNESP, 2004. p. 79-88.
SCHÖN, Donald A. Educando o Profissional Reflexivo. Preparando os Profissionais para a Demanda da Prática. Porto Alegre: ARTMED. 2000.
TARDIF, Maurice. Saberes Docentes e Formação Profissional. Petrópolis: Vozes, 2011.
TARDIF, M. Saberes profissionais dos professores e conhecimentos universitários: elementos para uma epistemologia da prática profissional dos professores e suas conseqüências em relação à formação para o magistério. Revista Brasileira de Educação, Belo Horizonte, no 13 p. 5-24, 2000.
WEBER, S. Profissionalização docente e políticas públicas no Brasil. Educação & Sociedade, Campinas, v. 24, n. 85, p. 1125-1154, dez. 2003.
 
 
  1. PSICOLOGIA DA FRONTEIRA
EMENTA: A fronteira e a linguagem do outro. Língua Materna e língua estrangeira. Formações identitárias da fronteira. Aldeias e reservas indígenas: a construção de fronteiras indígenas. O Índio brasileiro. Guaranis, Kaiowás e Terenas: historias e conflitos. O Olhar antropológico e o método etnográfico.
 
BIBLIOGRAFIA:
BHABHA, H. K. (2005) O local da cultura.  Ed. UFMG: Belo Horizonte.
BOURDIEU, P. (2004). O poder simbólico. Bertrand Brasil: Rio de Janeiro.
BRUNO, M. M. G. & SUTTANA, R. (Orgs.). (2012). Educação, Diversidade e Fronteiras na In/Exclusão. Editora da UFGD: Dourados. 
BOM MEIHY, José Carlos Sebe. Canto de morte Kaiowá: história oral e de vida. São Paulo, Loyola, 1991. 303 p.
CORACINI, M. J. R. F.  Sujeito, identidade e arquivo – entre a impossibilidade e a necessidade de dizer (-se). In: ______. A Celebração do Outro: Arquivo, Memória e Identidade: línguas (materna e estrangeira), plurilinguismo e tradução. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2007a, p. 15-26.
CORACINI, M. J. R. F. Língua estrangeira e Língua materna: uma questão de sujeito e identidade. In: ______. (Org.). Identidade & discurso: (des)construindo subjetividades. Campinas: Editora da UNICAMP; Chapecó: Argos, 2003, p. 139-159.
CUNHA, Manuela Carneiro da. Índios no Brasil: história, direitos e cidadania. São Paulo: Claro Enigma, 2012. 158 p.
HALL, Stuart.  A identidade cultural na pós-modernidade. 10a ed. Rio de janeiro: DP&A; 2005.
LIMBERTI, Rita de Cássia Pacheco. A imagem do indígena: discursos e representações. Dourados, MS: UFGD, 2012. 3128 p.
LIMBERTI, Rita de Cássia Pacheco. Discurso indígena: aculturação e polifonia. Dourados, MS: UFGD, 2009. 232 p.
PEREIRA, Levi Marques. Os Terena de Buriti: formas organizacionais, territorialização e representações de identidade étnica. Dourados: UFGD, 2009. 170 p.
QUEIROZ, M. S.  Saúde e doença: um enfoque antropológico. Bauru: EDUSC. 2003. 230 p.
VIVEIROS DE CASTRO, E. . No Brasil todo mundo é índio, exceto quem não é. In: Carlos Alberto Ricardo; Fanih Ricardo. (Org.). Povos indígenas no Brasil (2001?2005). São Paulo: ISA, 2006, v., p. 41-49.
VIVEIROS DE CASTRO, E. . O Anti-Narciso: lugar e função da antropologia no mundo contemporâneo. Revista Brasileira de Psicanálise (Impresso), v. 44, p. 15-26, 2010.
 
 
 
DISCIPLINAS LINHA 1 – Processos Comportamentais e Cognitivos
 
  1. TEORIAS E MÉTODOS EM COMPORTAMENTO E COGNIÇÃO
EMENTA: Fundamentação teórica da pesquisa experimental contemporânea em comportamento e cognição, tratando dos tópicos: sensação, percepção, emoção, memória, motivação, linguagem, consciência, imaginação e criatividade, segundo as perspectivas mais relevantes da área. Introdução aos tipos de delineamentos experimentais em processos comportamentais e cognitivos e análise crítica de publicações científicas relacionadas aos fenômenos estudados na disciplina. Análise das propostas explicativas da emergência comportamental, incluindo proposições integradoras das abordagens de interpretação dos fenômenos comportamentais e cognitivos.
 
BIBLIOGRAFIA:
BAILEY, J.S. & BURCH, M. R (2002). Research Methods in Applied Behavior Analysis. Thousand Oaks, California: Sage Publications, Inc.
BANDURA, A., AZZI, R. G., POLYDORO, S. A.(2008) Teoria social cognitiva: conceitos básicos. Artmed: Porto Alegre.
COGNITIVE AND BEHAVIORAL PRACTICE JOURNAL. Disponível em: http://www.journals.elsevier.com/cognitive-and-behavioral-practice/
DONAHOE, J. W.; & PALMER, D. C. (1994). Learning and Complex Behavior. Ally and Bacon.
SIDMAN, M. (1960). Tactics of Scientific Research: evaluating experimental data in Psychology. Boston: Authors Cooperative, Inc., Publishers.
HAYES, S.C.; LEVIN, M.E.; VILARDAGA, J.P.; PISTORELLO, J. (2013) . Acceptance and Commitment Therapy and Contextual Behavioral Science: Examining the Progress of a Distinctive Model of Behavioral and Cognitive Therapy. Behavior Therapy. Volume 44(2):180198
JOURNAL OF EXPERIMENTAL PSYCHOLOGY: General. American Psychological Association. Disponível em:http://psycnet.apa.org/index.cfm?fa=browsePA.volumes&jcode=xge
JOURNAL OF THE EXPERIMENTAL ANALYSIS OF BEHAVIOR. John, Wiley & Sons. Disponível em:http://onlinelibrary.wiley.com/journal/10.1002/%28ISSN%291938-3711
Journal of Behavioral Medicine. Disponível em:  http://www.springer.com/medicine/journal/10865.
MEDIN, D. L.; ROSS, B. H.; & MARKMAN, A. B. Cognitive Psychology. John Wiley & Sons.
SIDMAN. M. (1994). Equivalence relations and behavior: A research story. Boston: Authors Cooperative, Inc. Publishers.
STERNBERG, R. J. (2010) Psicologia Cognitiva. Cengage learning: São Paulo.
STERNBERG, R. J. (1999) Handbook of Creativity. Cambridge University Press.
THOMPSON, T. & ZEILER, M. D. (1986). Analysis and Integration of Behavioral Units. Lawrence Erlbaum Associates, Publishrers.
 
 
  1. PROCESSOS PSICOLÓGICOS BÁSICOS NA PRÁTICA CLÍNICA
EMENTA: Compreensão dos processos psicológicos básicos segundo o cognitivismo. Estudo de processos como memória, pensamento, motivação, percepção, autorregulação. Análise da relação entre processos psicológicos e intervenções psicológicas.A importância da compreensão e estudo de processos psicológicos básicos na adesão de pacientes a diferentes tratamentos. Psicoterapia cognitiva. Entrevista Motivacional.
 
BIBLIOGRAFIA:
ANDRETTA, Ilana, OLIVEIRA, Margareth da Silva (Orgs.). Manual prático de terapia cognitivo-comportamental. Itatiba: Casa do Psicólogo, 2011.
BARLOW, David H. (Org.). Manual clínico dos transtornos psicológicos: tratamento passo a
passo. Tradução Roberto Cataldo Costa. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
BECK, Aaron T; DAVIS, Denise D; FREEMAN, Arthur. Terapia cognitiva dos transtornos da
personalidade. 2. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2005. 342p.
DOBSON, K.; DOBSON, D. Terapia Cognitivo-Comportamental Baseada em Evidência.Porto Alegre: Artmed, 2010.
VOHS. K.D., BAUMEISTER, R.F. Handbook of Self-regulation: research, theory and applocations. Second edition. New York: Guilford, 2011.
LEAHY, ROBERT, TIRCH, DENNIS, NAPOLITANO,LISA. Regulação Emocional em psicoterapia: um guia para o terapeuta cognitive-comportamental. Artmed: Porto Alegre, 2013.
ROEMER, LIZABETH, ORSILLO, SUSAN M. A Prática da Terapia Cognitivo-comportamental Baseada Em Mindfulness e Aceitação. Artmed: Porto Alegre, 2010.
STERNBERG, R.J. Psicologia Cognitiva. São Paulo: Cengage learning, 2009.
 
Periódicos:
Cognitive Psychology Journal
Cognitive Science: A Multidisciplinary Journal
Cognitive Behaviour Therapist Cambrigde Journal
Journal of Evidence-Based Psychotherapies
Journal of Cognitive Psychology
Revista Brasileira de Terapias Cognitivas
 
 
  1. LINGUAGEM E COMPORTAMENTO SIMBÓLICO
EMENTA: Apresentação dos pressupostos científicos e filosóficos do Comportamentalismo Radical e fundamentação da explicação científica da linguagem e do comportamento simbólico. Delineamento da proposta de interpretação comportamental da linguagem: Comportamento verbal, Equivalência de Estímulos e Teoria dos Quadros Relacionais. Formulação skinneriana do comportamento verbal e categorização dos operantes verbais. O papel do controle de estímulos na formação de classes de estímulos equivalentes, e a proposição de Sidman sobre a análise experimental do comportamento simbólico. A Teoria dos Quadros Relacionais de Steven C. Hayes e Dermot Barnes-Holmes e o seu papel na formulação da interpretação comportamental da linguagem. Análise crítica dos estudos mais recentes da área, com base nas três perspectivas abordadas na disciplina.
 
BIBLIOGRAFIA:
BARNES, D. (1994). Stimulus equivalence and relational frame theory. The Psychological Record, 44, 91-124.
HAYES, S. C., BARNES-HOLMES, D., & ROCHE, B. (Eds.). (2001). Relational Frame Theory: A Post-Skinnerian account of human language and cognition. New York: Plenum Press.
HAYES, S. C., HAYES, L. J., SATO, M., & ONO, K. (Eds.). (1994). Behavior analysis of language and cognition. Reno, NV: Context Press.
JORNAL OF EXPERIMENTAL PSYCHOLOGY: General. American Psychological Association. Disponível em:http://psycnet.apa.org/index.cfm?fa=browsePA.volumes&jcode=xge
JOURNAL OF THE EXPERIMENTAL ANALYSIS OF BEHAVIOR. John, Wiley & Sons. Disponível em:http://onlinelibrary.wiley.com/journal/10.1002/%28ISSN%291938-3711
SIDMAN M. Functional analysis of emergent verbal classes. In: Thompson T, Zeiler M.D, editors.Analysis and integration of behavioral units. Hillsdale, NJ: Erlbaum; 1986. pp. 213–245. In.
SIDMAN M. (1994). Equivalence relations and behavior: A research story. Boston, MA: Authors Cooperative.
SIDMAN M. (2000). Equivalence relations and the reinforcement contingency. Journal of the Experimental Analysis of Behavior.74:127–146.
SIDMAN M, TAILBY W. (1982). Conditional discrimination vs. matching to sample: An expansion of the testing paradigm. Journal of the Experimental Analysis of Behavior.37:5–22.
SIDMAN M, KIRK B, WILLSON-MORRIS M. (1985). Six-member stimulus classes generated by conditional-discrimination procedures. Journal of the Experimental Analysis of Behavior. 43:21–42.
SKINNER, B. F. (1938/1991). The behavior of organisms: an experimental analysis. Copley
Publishing Group.
SKINNER, B. F. (1953/1965). Science and human behavior. New York: The Free Press.
SKINNER, B. F. (1957). Verbal behavior. New York: Appleton-Century-Crofts.
SKINNER, B. F. (1969). Contingencies of reinforcement: a theoretical analysis. New York: Appleton-Century-Crofts.
SKINNER, B. F. (1974). About behaviorism. New York: Alfred A. Knopf.
SKINNER, B. F. (1981). Selection by consequences. Science, 213(4507), pp. 501-504.
 
 
  1. TÓPICOS AVANÇADOS EM TERAPIA ANALÍTICO-COMPORTAMENTAL
EMENTA: Fundamentos históricos, filosóficos e teóricos da terapia comportamental. Análise Funcional. Aspectos metodológicos de pesquisas na clínica analítico-comportamental. Terapias comportamentais de terceira onda: Acceptance and Commitment Therapy (ACT), Dialetical Behavior Therapy (DBT) e Functional Analytic Psychotherapy (FAP).
 
BIBLIOGRAFIA:
ANDERSON, D. (2008). Introduction to the Special issue. The Behavior Therapist, vol. 31, n.o.  8, 145-147.
CABALLO, V. (1996). Manual de técnicas de terapia e modificação do comportamento. Ed. Santos.
DIGIUSEPPE, R. (2008). Surfing the waves of Behavior Therapy. The Behavior Therapist, vol. 31, nº 8, 154-155.
HAYES, S. C., STROSAL, K.D. E WILSON, K.G. (1999) Acceptance and commitment therapy: an experimental approach to behavior change. New York: Guilford.
KERBAUY, R. R. (1999) Pesquisa em terapia comportamental: Problemas e soluções. Em KERBAUY, R.R., E WIELENSKA, R. C. (Orgs). Sobre Comportamento e Cognição: Psicologia Comportamental e Cognitiva da reflexão teórica a diversidade na aplicação. Vol 4, 1ª ed., pp. 61 68. Santo André, SP: ARBytes Editora.
KOHLENBERG, R.J. E TSAI, M. (1991). Functional Analytic Psychotherapy. New York: Plenum Press.
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OSHIRO, C. K. B. ; KANTER, J. W. ; MEYER, S. B. . A Single-Case Experimental Demonstration of Functional Analytic Psychotherapy with Two Clients with Severe Interpersonal Problems. International Journal of Behavioral and Consultation Therapy, v. 7, p. 111-116, 2012.
PÉREZ-ÁLVAREZ, M. (2006). La terapia de conducta de tercera generación. Edupsykhé, 5(2), 159-172.
TSAI, M. et al. (2009) (Orgs.). A guide to functional analytic psychotherapy: awareness, courage, love and behaviorism. New York: Springer
 
 
  1. SAÚDE MATERNO-INFANTIL: PREVENÇÃO DE RISCOS E INTERVENÇÃO
  2. : Aspectos psicológicos da gestação, parto e puerpério. Intervenções psicológicas na gestação e puerpério. Atenção Psicológica em Neonatologia. Avaliação e acompanhamento de bebês de risco. Vinculação materno-infantil. Políticas públicas em saúde.
 
BIBLIOGRAFIA:

BERNARD, K.; MEADE, E.B. & DOZIER, M. (2013) Parental synchrony and nurturance as targets in an attachment based intervention: building upon Mary Ainsworth's insights about mother-infant interaction. Attach Hum Dev; 15(5-6), 507-523.

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FARIA, A. & FUERTES, M. (2007).  Reatividade infantil e a qualidade da interacção mãe-filho.  Análise Psicológica,4(XXV), 613-623.
FAVARO, M. S. F., PERES, R. S. & SANTOS, M. A. (2012). Avaliação do impacto da prematuridade na saúde mental de puérperas. Psico-USF, Bragança Paulista, 17(3), 457-465. 
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  1. FATORES DE RISCO E MECANISMOS DE PROTEÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
EMENTA: Fundamentação teórica da Abordagem da Psicopatologia do Desenvolvimento. Vulnerabilidade biológica e ambiental como fator de risco para o desenvolvimento psicológico. Estudos sobre resiliência em trajetórias do desenvolvimento. Psicologia Pediátrica: Atenção Psicológica em Neonatologia e Perinatologia. Avaliação das estratégias de enfrentamento da hospitalização em crianças.  A relevância da avaliação psicológica na clínica pediátrica.
 
BIBLIOGRAFIA:
BARROS, L. (2003). Psicologia Pediátrica: perspectiva desenvolvimentista (2.ª ed.). Lisboa: Climepsi.
CASTRO, E. K. (2007). Psicologia pediátrica: a atenção à criança e ao adolescente com problemas de saúde. Psicologia Ciência e Profissão, 27 (3), 396-405.
CREPALDI, M. A., LINHARES, M. B. M., & PEROSA, G.B. (2006). Temas em psicologia pediátrica. São Paulo: Casa do Psicólogo.
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CohEN, L. L., LA GRECA, A. M., BLOUNT, R. L., KAZAK, A. E., HOLMBECK, G. N. & LEMANEK, K. L. (2006). Introduction to special issue: evidence-based assessment in pediatric psychology. Journal of Pediatric Psychology, 1-5.
DESSEN & A. L. COSTA JUNIOR (2005).  A essência do desenvolvimento humano: tendências atuais e perspectivas futuras. Porto Alegre: Artmed.
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MENEZES, M, MORE, C. O. & BARROS, L. (2008). Psicologia Pediátrica e seus desafios actuais na formação, pesquisa e intervenção. Aná. Psicológica [online]. 26 (2), 227-238.
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SILVA, P. C., EIRA, C., VICENTE, M. G., & GUERREIRO, R. (2003). Promoção do desenvolvimento psicossocial das crianças através dos serviços de cuidados de saúde primários. Análise Psicológica, 21 (1), 59-76.
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DISCIPLINAS LINHA 2 – Processos Psicossociais
 
  1. TEORIAS E MÉTODOS PSICOSSOCIAIS
EMENTA: Fundamentos históricos, epistemológicos e metodológicos que sustentam as principais teorias psicossociais. Categorias, conceitos e temas de diferentes paradigmas psicossociais. Estudos dos fenômenos psicossociais que mobilizam a sociedade brasileira em diferentes contextos institucionais. Abordagem transdisciplinar de prevenção e promoção de saúde. Ética em pesquisa, ensino e intervenção psicossocial.
 
BIBLIOGRAFIA:
ADORNO, T. W.; HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Trad. Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro, RJ : Jorge Zahar, 2006.
BERGER, P. LUCKMANN, T. A Construção Social da Realidade: tratado de sociologia do conhecimento. trad. Floriano Fernandes, Rio de Janeiro. Editora Vozes, 1978.
BOSI, E. Simone Weil: a condição operária e outros estudos sobre a opressão. 2ª ed. Rio de Janeiro : Paz e Terra, 1996.
FARR, M.R. Raízes da Psicologia Social Moderna. Petrópolis.Vozes. RJ. 1988.
FREUD, S. Mal-estar na civilização. ______. Psicologia das Massas e análise do ego. Coleção Standard das Obras Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1991.
GERGEN, K. J. The social constructionist movement in modern Psychology. American Psychologist, v.40, n.3, p.266-275, 1985.
GUARESCHI, N., org. Estratégias de invenção do presente: a psicologia social no contemporâneo [online]. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2008.
JACÓ-VILELA, A.M.; FERREIRA, A. A. L; PORTUGAL, F.T. (org.). História da psicologia: rumos e percursos. Rio de Janeiro: Nau Ed., 2006.
LANE, Silvia T.M; CODO, Wanderley (orgs.) Psicologia Social : O Homem em Movimento. São Paulo. Ed. Brasiliense. 1987.
LEWIN, K. Princípios de psicologia topológica. Trad. Álvaro Cabral.São Paulo : Cultrix : EDUSP, 1973.
MOSCOVICCI, S. Psicologia Social. Vol. I e II. Ed.Larouse. 1985. SAWAIA, B. B. (org.) As Artimanhas da Exclusão: Análise Psicossocial e Ética da Desigualdade Social. Petrópolis. RJ. Ed. Vozes. 2004.
SPINK, M. J P. (Org.) Práticas Discursivas e Produção de Sentidos no Cotidiano.Livro eletrônico. Biblioteca Virtual de Ciências Humanas do Centro Edelstein de Pesquisas Sociais. 2013.
SILVA, Rosane Neves da. A invenção da psicologia social. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.
THOMPSON, J. B. Ideologia e culura moderna: teoria social na área dos meios de comunicação de massas. Petrópolis: Vozes, 1995.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. Trad. José Cipolla Neto, Luís Silveira Menna Barreto, Solange Castro Afeche.7. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
Revista Pesquisa e Práticas Psicossociais. UFSJ
Revista Psicologia e Sociedade. ABRAPSO.
 
 
 
 
  1. HISTÓRIA DA FAMÍLIA: PROCESSOS E MUDANÇAS
EMENTA: Relações familiares em contextos pré-modernos. A construção histórica da concepção de família moderna: o surgimento da  noção de infância, do amor romântico e do núcleo familiar. Individualismo e aspectos da dinâmica conjugal e familiar na contemporaneidade.
 
BIBLIOGRAFIA:
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. 2a edição. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
ATTIAS-DONFUT, Claudine; LAPIERRE, Nicole; SEGALEN, Martine. Le nouvel esprit de famille. Paris, Éditions Odile Jacob, 2002.
DUMONT, Louis. Essais sur l’individualisme: une perspective anthropologique sur l’idéologie moderne. Paris: Éditions du Seuil, 1983.
ELIAS, Norbert. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1994.
GIDDENS, Antony. Transformação da intimidade. São Paulo: Editora Unesp, 1993.
JABLONSKI, Bernardo. Até que a vida nos separe: a crise do casamento contemporâneo. 2ª edição revista e ampliada. Rio de Janeiro: Agir, 1998.
L. Weber, L. & Dessen, M. A. (2009) (Orgs.), Pesquisando a famíliainstrumentos para coleta e analise de dados. Curitiba: Juruá.
BERGER, P. L. & LUCKMANN, T. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento.Petrópolis: Vozes, 1974.
ROUDINESCO, Elisabeth. A família em desordem. Rio de Janeiro: Ed. Jorge Zahar, 2003.
SAMARA, Eni de Mesquita. A família brasileira. 4ª edição. São Paulo: Brasiliense, 1998.
SEGALEN, Martine. Sociologie de la famille. 6ª edição. Paris: Armand Colin, 2008.
 SEVCENKO, Nicolau (org.) História da vida privada no Brasil 3 – república: da belle époque à era do rádio. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
SIMMEL, George. Philosophie de la modernité: la femme, la ville, l’individualisme. Saint-Amand-Montrond: Éditions Payot, 1989.
SINGLY, François de. Libres ensemble: l’individualisme dans la vie commune. Paris : Nathan, 2000.
__________________. L’individualisme est un humanisme. Paris: éditions de l’Aube, 2007.
___________________. Sociologia da família contemporânea. Rio de Janeiro, FGV, 2007.
VAITSMAN, Jeni. Flexíveis e plurais: identidade, casamento e família em circunstâncias pós-modernasRio de Janeiro: Rocco, 1994.
VELHO, Gilberto. Individualismo e cultura. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
_______________. Projeto e metamorfose: antropologia das sociedades complexas. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.
WEBER, L.; DESSEN, M. A. Pesquisando a família: instrumentos para coleta e análise de dados. Curitiba: Juruá, 2009.
 
  1. PSICOLOGIA DA VIOLÊNCIA: NA FAMÍLIA, NA ESCOLA E NA SOCIEDADE
EMENTA: Teoria crítica e teoria tradicional no estudo da violência. Estudos sobre a Violência no âmbito da Psicologia. Diferentes modalidades de violência. Descrição e caracterização da Violência nos diversos contextos. A violência nas instituições e nas organizações. Processos de socialização, violência e construção da subjetividade.  Internalização e naturalização da violência no processo de formação social da mente: a banalização do mal. Modos de Subjetivação sob violência. Diagnóstico psicossocial da violência. Políticas psicossociais de prevenção da Violência. Novas configurações da violência e da subjetividade na pós-modernidade.
 
BIBLIOGRAFIA:
ADORNO, Theodor W.; Frenkel-Brunswik, Else;  Levinson, Daniel J. Personalidad autoritaria.   Buenos Aires : Proyeccion, 1965. 
ALKIMIN, Maria Aparecida.Bullying : visão interdisciplinar. Campinas : Alínea, 2011.
ALMEIDA, A. M.O. et al., orgs. Violência, exclusão social e desenvolvimento humano: estudos em representações sociais. Brasilia: UnB, 2006.
ARIÈS, P.(1978). História Social da criança e da família. Rio de Janeiro: Zahar.
AZEVEDO, M.A.; GUERRA, V.A Violência doméstico na infância e adolescência : uma nova cultura de prevenção. São Paulo : Plêiade, 2011.
 AZEVEDO, M.A.; GUERRA, V.A. Violência psicológica doméstica: Vozes da Juventude, 2001. Disponível em:<http://www.ieditora.com.br>)
AZEVEDO, M. A.; GUERRA, V. N.A. (2001) Mania de Bater. A punição corporal doméstica de crianças e adolescentes no Brasil. São Paulo: Iglu.
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COSTA, F.J . Violência e Psicanálise. São Paulo: Graal, 2003.
DOTTO, Karen Meira; ENDO, Paulo Cesar; SPOSITO, Sandra Elena et alli. Psicologia, violência e direitos humanos. São Paulo : Conselho Regional de Psicologia de São Paulo CRP SP, 2012.
DEBARBIEUX, E.; BLAYA, C.,orgs. Violência nas escolas: dez abordagens européias. Brasília, DF : Unesco, 2002 
GABEL,M. Crianças Vítimas de Abuso Sexual. São Paulo: Summus Editorial, 1997.
LONGO, C.S.Bater educa? O que dizem crianças do Brasil. Curitiba: Appris, 2014.
LONGO, C. S. Como e porque educar sem bater. Dourados, MS: Editora da UFGD, 2012
MUSZKAT, Susana.Violência e masculinidade.São Paulo : Casa do Psicólogo, 2011.
PAULA, Fraulein Vidigal de; D´AUREA-TARDELI, Denise (*); orgs. Violência na escola e da escola: desafios contemporâneos à Psicologia da Educação, São Bernardo do Campo, SP: Universidade Metodista, 2009
PONZILACQUA, Márcio Henrique Pereira, org. Violência doméstica, agressão sexual e direito : da constatação ao enfrentamento pela perspectiva transdisciplinar, Curitiba: CVR, 2013, 180 p
PINTO JUNIOR, A. A. Violência sexual doméstica contra meninos: um estudo fenomenológico. São Paulo: Vetor, 2005.
VYGOTSKII, L. S   Teoría de las emociones : estudio histórico-psicológico Madrid : Akal Ediciones, 2004.  Série   Akal universitaria Serie interdisciplinar 230 
VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. Trad. José Cipolla Neto; Luís Silveira Menna Barreto; Solange Castro Afeche. São Paulo: Martins Fontes, 2011. ( Psicologia e pedagogia )
VYGOTSKY, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. (Trad. Paul Bezerra). São Paulo: Martins Fontes, 2001.
VYGOTSKY, Lev Semenovich Obras escogidas II : problemas de psicología general
Madrid : Visor, 2001. 
 VYGOTSKY, Lev Semenovich  Obras escogidas III : problemas del desarrollo de la psique.  Madrid : Visor, 2000. ( Colección Aprendizaje ; 115 ) 
WAISELFISZ, Júlio Jacobo. Mapa da violência dos municípios brasileiros. Brasília : OEI, 2007.
Periódicos nacionais: Psicologia & Sociedade; Psicologia Política; Psicologia: Reflexão e Crítica; Psicologia: Ciência e Profissão
Periódicos internacionais: Child Abuse & Neglect; Journal of Interpersonal Violence; Culture & Psychology;     Mind, Culture and Activity
 
 
  1. ESCOLA, VIOLÊNCIA E REPRESENTAÇÕES SOCIAIS
EMENTA: As diferentes modalidades de conflitos envolvendo a (in)disciplina e  violência na escola; os principais grupos envolvidos; a escola enquanto espaço de sociabilidade juvenil; as relações interpessoais entre os agentes escolares; autoridade e o autoritarismo nas práticas pedagógicas; as estratégias utilizadas pela escola para negociação de conflitos; as Representações Sociais dos agentes escolares sobre o fenômeno.
 
BIBLIOGRAFIA:
ABRAMOVAY, M.; RUA, M. G. Violências na Escola. Brasília: UNESCO, 2002.
ADORNO, Sérgio. A Delinquência Juvenil em São Paulo: Mitos e Imagens. Pro-posições. Vol. 13, n. 3 (39), set/dez, 2002.
AQUINO, Júlio Groppa. Confrontos na sala de aula: uma leitura institucional da relação professor - aluno. São Paulo: Summus, 1996.
Caderno Cedes, São Paulo, n°. 47, p. 7-19, dez. 1998.
CANDAU, Vera Maria; LUCINDA, Maria da Consolação; NASCIMENTO, Maria das Graças. Escola e violência. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
CHARLOT, Bernard; ÉMIN, Jean-Claud (Coords). Violences à l’école – état des saviors. Paris: Masson e Marmand Colin éditeurs,1997.
DEBARBIEUX, Eric. La violence em millieu scolaire: l’ état dês lieux. Paris: ESF éditeur, 1996.
______. A Violência na Escola francesa: 30 anos de construção social do objeto. Revista Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 27, n°. 1, p. 163-189, 2001.
FOUCAULT, M. Vigiar e punir: o nascimento da prisão. Petrópolis, RJ: Vozes, 1977.
GALVÃO, Izabel. Cenas do cotidiano escolar: Conflito sim, violência não. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
GUIRADO, Marlene. Poder indisciplina: os surpreendentes rumos da relação de poder. In: AQUINO, Júlio Groppa (org.). Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1996, p, 57-71.
JODELET, Denise. La representación social: fenômenos, concepto y teoria. In. MOSCOVICI, S. Psicologia Social II. Pensamiento y vida social: Psicologia social y problemas sociales. Barcelona: Paidós, 1984. p. 469-494.
______. Representações Sociais: um domínio em expansão. In ______. (Org.) As Representações Sociais.  Rio de Janeiro: EdUERJ,  2001.p. 17-44.
LA TAILLE, Y. de. Desenvolvimento Moral: A polidez segundo as Crianças. Caderno de Pesquisa, n. 114, p. 89-119, nov. de 2001.
______. Moral e Ética: Dimensões Intelectuais e Afetivas. Porto Alegre, Artmed, 2006.
______.Formação Ética: Do tédio ao Respeito de Si. Porto Alegre: Artmed, 2009.
MADEIRA, Margot Campos. Representações sociais e educação: importância teórico-metodológica de uma relação. In: MOREIRA, Antônia S. Paredes (Org.). Representações Sociais: teoria e prática. João Pessoa: Ed. Universitária/Autores Associados, 2001, p. 123-144.
MICHAUD, Y. A violência. São Paulo: Ática, 1989.
MOSCOVICI, Serge. A Representação Social da Psicanálise. Tradução Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1978.
______.Representações Sociais: Investigação em Psicologia Social. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.
 
  1. PSICOLOGIA E DESIGUALDADES SOCIAIS
EMENTA: Estudos e pesquisas psicossociais sobre as desigualdades que caracterizam a sociedade brasileira. Desigualdades de gênero, étnico-raciais, geracionais e sócio-econômicas. Processos de inclusão e exclusão social, desfiliação, vulnerabilidades e risco social. Análise dos desenhos teóricos metodológicos de intervenções psicossociais em contextos emergentes: terceiro setor, políticas públicas, redes sociais, populações vulneráveis e em situação de pobreza. Aspectos éticos em pesquisa, ensino e intervenção psicossocial.
 
BIBLIOGRAFIA:
AUAD, D., CURADO, J. C. Gênero e Políticas Públicas: uma experiência de formação. Campo Grande: Ed. UCDB, 2008.
CARR, S. C.; SLOAN, T. S. Poverty & psychology: From global perspective to local practice. New York: Kluwer Academic/Plenum Publishers, 2003.
CASTEL, R. Metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. 2. ed. São Paulo: Vozes, 2003.
EUZÉBIOS FILHO, A . Psicologia e desigualdade social. Curitiba: Ed.Juruá, 2011.
FANON, F. Pele negra, máscaras brancas. tradução de Renato da Silveira . Salvador : EDUFBA, 2008.
GONÇALVES FILHO, J.M. Humilhação Social: humilhação política In Souza, B.P. Orientação à Queixa escolar. São Paulo, Ed.Casa do Psicólogo, 2007.
IVO, A. B. L. Viver por um fio: pobreza e política social. São Paulo: Annablume, 2008.
MAYORGA, C. RASERA, E; PEREIRA. M. Psicologia Social. Sobre Desigualdades e Enfrentamentos. Curitiba: Ed. Juruá. 2009.
MONTERO, M.. Teoria y Práctica de La Psicologia Comunitaria.. Barcelona: Paidós. 2003.
NOGUEIRA, Conceição.Um novo olhar sobre as relações sociais de género: feminismo e perspectiva crítica na psicologia social. Lisboa: Fundação Gulbenkian, 2001.
PAUGAM, S. Desqualificação social: ensaio sobre a nova pobreza. São Paulo: EDUC/Cortez, 2003. SEN, A. (2001). Desenvolvimento como liberdade. São Paulo:Cia. das Letras.
SANTOS, L. N. Psicologia na Assistência Social. Convivendo com a desigualdade. São Paulo: Cortez,2014.
SAWAIA, Bader B. (org.) As Artimanhas da Exclusão: Análise Psicossocial e Ética da Desigualdade Social. Vozes. Petrópolis. RJ. 1999.
SIPINK, M. J. P.; BRIGAGÃO, J.I.M; NASCIMENTO, V.L.; PRIOLI, M.   A produção de informação na pesquisa social: compartilhando ferramentas. 1.ed. – Rio de Janeiro: Centro Edelstein de
Pesquisas Sociais, 2014 (publicação virtual).
SPINK, P. K. Los psicólogos y las políticas públicas en América Latina: el big mac y los caballos de Troia. Psicoperspectivas, Valparaíso, v. 8, n. 2, p. 12-34, 2009.
 __________. A administração cotidiana e a heterogeneidade da pobreza. Cadernos Gestão Pública e Cidadania, São Paulo, v. 10, n. 47, p. 5-20, 2005.
YAMAMOTO, O. H.. Políticas sociais, terceiro setor e compromisso social: perspectivas e limites do trabalho do psicólogo. Psicologia e Sociedade, Porto Alegre, v. 19, n. 1, p. 30-37. 2007 THOMPSON, B. J. Ideologia e Cultura Moderna. Petrópolis: Ed. Vozes. 2000.
 
 
 
  1. SUBJETIVIDADE E CONSTITUIÇÃO DO SUJEITO
EMENTA: Subjetividade e Processos de Subjetivação. Constituição do sujeito. Relação sujeito-objeto. Relação Indivíduo-Sociedade. Relação Eu-Outro. Subjetividade na contemporaneidade. Intersubjetividade e Alteridade.
 
BIBLIOGRAFIA:
ANGERAMI-CARMON, Valdemar Augusto. Psicoterapia e subjetivação: uma análise de fenomenologia, emoção e percepção. São Paulo : Thomson, 2003.
BIRMAN, Joel. Mal-estar na atualidade : a psicanálise e as novas formas de subjetivação . 7ª ed . Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
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FIGUEIREDO, Luís Cláudio Mendonça. A invenção do psicológico : quatro séculos de subjetivação : 1500-1900. 8ª ed.São Paulo : Escuta, 2012.
GONZÁLEZ REY, F.Sujeito e Subjetividade: uma aproximação histórico-cultural.São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
HEIDEGGER, Ser e Tempo. 4ª ed. Bragança Paulista: Universitária São Francisco;Petrópolis: Vozes, 2009
MAHFOUND, Miguel . História, memória e processos de subjetivação para a vida da cultura e da civilização. In: Massimi, Marina, org. Psicologia, cultura e história: perspectivas em diálogo Rio de Janeiro : Outras Letras, 2012. p. 55-68.
MERLEAU-PONTY, M. O visível e o invisível. 4ª. Ed. São Paulo: Perspectiva, 2000.
________________. Fenomenologia da percepção. 3ª. Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
PEIXOTO JUNIOR, Carlos Augusto. Singularidade e subjetivação : ensaios sobre clínica e cultura. Rio de Janeiro : 7 Letras, 2008 : Editora PUC-Rio.
PERLS, F. A abordagem gestáltica e testemunha ocular da terapia. 2ª. Ed. Rio de Janeiro: LTC, 1988
PINHEIRO, Teresa(org.). Psicanálise e formas de subjetivação contemporâneas. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2003.
ROGERS, C. Em busca da vida: da terapia centrada no cliente a abordagem centrada na pessoa. 2ª. Ed. São Paulo: Summus, 1983.
SARTRE, JP. O ser e o nada: ensaio de ontologia fenomenológica. 15ª. Ed.Petrópolis: Vozes, 2007.
SPINK, M.J. Práticas discursivas e produção de sentido no cotidiano: aproximações teóricas e metodológicas / Mary Jane Spink (org.) ; Benedito Medrado ... [et al.]. 3. Ed São Paulo : Cortez, 2004.
SZAPIRO, Ana, org. Clínica da pós-modernidade : formas de subjetivação, de violência e de dessimbolização. Rio de Janeiro : Bapera : FAPERJ, 2009.
WINOGRAD, Monah e SOUZA, Mériti, orgs. Processos de subjetivação, clínica ampliada e sofrimento psíquico. Rio de Janeiro : Companhia de Freud, 2012.
 
  1. TRABALHO E GESTÃO: REPERCUSSÕES NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
EMENTA:  Reflexão sobre a relação entre gestão, saúde mental e trabalho, relação historicamente constituída na sociedade contemporânea e a repercussão no contexto da reestruturação produtiva, incluindo sofrimento psíquico,  violência no trabalho e assedio moral, entre outras.
 
BIBLIOGRAFIA:
CHANLAT,J. F. Modos de gestão, saúde e segurança no trabalho.In:VASCONCELOS,E.D.J ( Org). Recursos Humanos e subjetividade. Petrópolis/RJ: Vozes, 1995.
CONH, A.; MARSIGLIA, R, G. Processo e organização do trabalho. Em: ROCHA, l. e.Rigotto, m. R.; BUSCHINELLI, j. t. p (Orgs.). Isto é trabalho de gente: vida doença e trabalho no Brasil. São Paulo: Vozes, 1993. p. 56-75.
DEJOURS, C; BÈGUE, F. Suicídio e trabalho: O que fazer? Trad. Franck Soudant. Brasília/DF: Paralelo 15, 2010.
FREITAS, M. E.; HELOANI, J. R. BARRETO, M. Assédio moral no trabalho. CENGAGE LEARNING. 2008.
GIOVANNI ALVES; ANDRÉ LUIZ VIZZACARO-AMARAL; DANIEL PESTANA MOTA (ORG.). Trabalho e estranhamento: saúde e precarização do homem-que-trabalha. LTr. 2012.
GOULART, I. B. ; GUIMARÃES. Cenários contemporâneos do mundo do trabalho. In:Goulart. I. B. (org) Psicologia organizacional e do trabalho; teoria, pesquisa e temas correlatos. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002. p. 17-36.
HARVEY, D. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. Tradução de Adail Ubirajara Sobral, Maria Stela Gonçalves. Loyola: São Paulo. 1999.
HASHIMOTO, F.  (org.). Psicologia e trabalho: desafios e perspectivas. Assis: UNESP. 2010. 528 p.
HELOANI, J. R. Gestão e organização no capitalismo globalizado: história da manipulação psicológica no mundo do tabalho. São Paulo: Atlas, 2003.
HELOANI, J. R. M. Psicologia do trabalho ou do capital: eis a questão. Revista de Psicologia Política, v. 5, n. 10 (SCIELO). 2005.
 
Periódicos recomendados:
Cadernos de Saúde Coletiva
Psicologia e Sociedade
 
 
 
 
  1. REPRESENTAÇÕES DISCURSIVAS DO CORPO, SAÚDE E CURA
EMENTA: O corpo e o discurso. Antropologia da Saúde e da Saúde Mental. O discurso da saúde e os processos de adoecimento e cura em diversas culturas. Modelos de Assistência à Saúde. Representações discursivas da instituição hospitalar. Corpo, saúde e território.
 
BIBLIOGRAFIA:
ALVES, P. C.; RABELO, MC. (Orgs.). Antropologia da saúde: traçando identidade e explorando fronteiras [online]. Rio de Janeiro: Fiocruz; Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1998. 248 p. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>.
BOM MEIHY, José Carlos Sebe. Canto de morte Kaiowá: história oral e de vida. São Paulo: Loyola, 1991. 303 p.
COIMBRA JR., CEA., SANTOS, RV.; ESCOBAR, AL.. (Orgs.). Epidemiologia e saúde dos povos indígenas no Brasil [online]. Rio de Janeiro: Fiocruz; Rio de Janeiro: Abrasco, 2005. 260 p.  Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>.
COLLING, A. M.. Tempos diferentes, discursos iguais: a construção histórica do corpo feminino. Dourados: Editora UFGD, 2014. 112p
DAGOGNET; François. O corpo. Tradução de Michel Jean Maurice Vincent. Rio de Janeiro: Forense, 2012. 166 p.
DUARTE, LFD.; LEAL, OF.. (orgs). Doença, sofrimento, perturbação: perspectivas etnográficas [online]. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998. 210 p. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>.
FINKELMAN, J., (Org.).  Caminhos da saúde no Brasil [online]. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2002. 328 p. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>.
FOUCAULT, M. Arte, epistemologia, filosofia e história da medicina. (Ditos e Escritos VII). Tradução de Vera Lucia Avellar Ribeiro. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011. 494 p.
FOUCAULT, M. Nascimento da Biopolítica. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2008. 474 p.
FOUCAULT, M. Segurança, Território, População. Trad. Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2008. 578 p.
FOUCAULT, Michel. O Governo de si e dos outros. Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010. 380 p.
LANGDON, E. J. (2009). Dialogando sobre o processo saúde/doença com a Antropologia: entrevista com Esther Jean Langdon. Rev Bras Enferm, 62 (2), 323-6.
LANGDON, E. J; WIIK, F. B. (2010). Antropologia, saúde e doença: uma introdução ao conceito de cultura aplicado às ciências da saúde. Rev. Latino-Am. Enfermagem, 18 (3).
MERHY, Emerson Elias. Saúde: a cartografia do trabalho vivo. 4. ed. São Pulo: Hucitec, 2014. 187 p.
PAGLIARO, H., AZEVEDO, MM., and SANTOS, RV. (Orgs.). Demografia dos povos indígenas no Brasil [online]. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. 192 p. Available from SciELO Books <http://books.scielo.org>.
VILLAÇA, Nízia; GÓES, Fred; KOSOVSKI, Ester (Orgs.). Que corpo é esse? Novas perspectivas. 2. ed. Rio de Janeiro: Mauad, 2012. 205 p.
VINHA, M.; ROCHA-FERREIRA, M.B.. Lazer, saúde e educação : inter-relações entre os Guarani e Kaiowá de Mato Grosso do Sult. In: Manuel Pacheco Neto. (Org.). Educação Física, Corporeidade e Saúde. Dourados: Ed. UFGD, 2012, v. 01, p. 89-109.
 
 
OUTRAS OPTATIVAS
 
 
Tópicos Especiais em Psicologia I
EMENTA: Disciplinas de aprofundamento temático, de conteúdo variável.
 
 Tópicos Especiais em Psicologia II
EMENTA: Disciplinas de aprofundamento temático, de conteúdo variável.
 
 
Tópicos Especiais em Psicologia III
EMENTA: Disciplinas de aprofundamento temático, de conteúdo variável.
 
Tópicos Especiais em Psicologia IV
EMENTA: Disciplinas de aprofundamento temático, de conteúdo variável.
 
 
Estudos Dirigidos I
EMENTA: Busca bibliográfica e leitura relacionada ao projeto de pesquisa produzido pelo aluno. Colaborar para o amadurecimento do aluno, envolvendo ferramentas e teorias que serão utilizados durante o  desenvolvimento da pesquisa. Ampliação bibliográfica e de conhecimento teórico como parte da fundamentação do projeto de pesquisa.
 
Estudos Dirigidos II
EMENTA: Busca bibliográfica e leitura relacionada ao projeto de pesquisa produzido pelo aluno. Colaborar para o amadurecimento do aluno, envolvendo ferramentas e teorias que serão utilizados durante o  desenvolvimento da pesquisa. Ampliação bibliográfica e de conhecimento teórico como parte da fundamentação do projeto de pesquisa.
 
 
12. CORPO DOCENTE
 
 
Docentes – quadro geral
Nome Área do doutorado Categoria Linha de pesquisa
  Carolina de Campos Borges Psicologia Permanente 2
  Conrado Neves Sathler Linguistica Aplicada Permanente 2
  Gabriela Rieveres de Borges Andrade Saúde Pública Permanente 2
  Gustavo Levandoski Educação Física Permanente 1
  Jacy Correa Curado Psicologia Social Permanente 2
  Jaqueline Batista de Oliveira Costa Psicologia da Eduacação Permanente 2
  Karen Priscila Del Rio Szupszynski Psicologia Permanente 1
  Luciana Leonetti Correia Saúde Mental Colaboradora 1
  Pamela Staliano Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde Permanente 2
  Paulo Roberto dos Santos Ferreira Filosofia Permanente 1
  Rosalice Lopes Psicologia Social Permanente 1
  Sandra Fogaça Rosa Ribeiro Educação Permanente 2
  Tatiane Carvalho Castro Psicologia Colaborador 1
  Veronica Aparecida Pereira Educação Especial Permanente 1
 


CONTATO

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