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Novembro
22
2021

Mostra Audiovisual de Dourados encerra programação com premiações e show de Iara Rennó nesta quinta-feira

  Atualizada: 22/11/2021

Também na quinta-feira, haverá homenagem à cantora Alzira E, com exibição de documentário sobre sua vida e sua obra

MAD
Divulgação


Encerradas as exibições das mostras competitivas da 8ª Mostra Audiovisual de Dourados (MAD), é chegada a hora de revelar os vencedores de cada categoria do Prêmio Curta do Mato e o ganhador do Grande Prêmio MAD. E esse momento já tem data, hora e “lugar” marcados: 25 de novembro, a partir das 20 horas, com transmissão ao vivo pelo canal da Mostra na plataforma YouTube.
 
O Prêmio Curta do Mato terá como ganhadores os primeiros colocados em cada uma das cinco categorias – Ficção, Documentário, Experimental/Arte, Trash e Videoclipe –, enquanto o Grande Prêmio MAD terá como laureada a produção que mais se destacou entre dez finalistas. Também serão premiados os curtas que se destacaram em direção, roteiro, fotografia cinematográfica, atuação e montagem (prêmios restritos aos inscritos como Curta do Mato). Todos receberão certificados e prêmios em dinheiro.
 
Os curtas inscritos foram analisados por uma Comissão de Seleção nomeada pela Reitoria da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), instituição responsável pela realização do evento. O grupo foi composto por quatro membros, sendo dois titulares e dois suplentes, de reputação ilibada e dotados de conhecimento acerca da temática audiovisual.
 
MÚSICA
 
Logo após a cerimônia de premiação, a cantora e compositora paulistana Iara Rennó encerra a oitava edição da MAD com show de seu mais recente álbum, “Pra Te Abraçar”, intercalando as músicas desse trabalho com hits de seu repertório, além de canções inéditas e de interpretações exclusivas.
 
Para quem ainda não conhece Iara, é na pluralidade que ela afirma sua singularidade. Cria e apresenta projetos multilinguagem que abrangem poesia, música, videoarte, literatura, teatro, música e dança. Versa sobre o poder sexual feminino e reverencia as culturas de povos originários ao expressar uma arte decolonial e afrodiaspórica.
 
Nascida em uma família de artistas – a família Espíndola –, Iara começou a cantar com a mãe, Alzira E, e foi vocalista na banda do grande mestre Itamar Assumpção por três anos. Artista em expansão perene, é cantora, instrumentista, produtora, performer, artista visual, poeta, produtora e diretora musical. Compositora prolífica, tem mais de 100 músicas gravadas por grandes nomes da música brasileira como Elza Soares, Ney Matogrosso, Gaby Amarantos, Jaloo, Ava Rocha, Virgínia Rodrigues e Lia de Itamaracá.
 
DOCUMENTÁRIO
 
No mesmo dia estará disponível no canal da MAD o documentário “Aquilo que eu nunca perdi”, sobre a vida e a obra de Alzira E, mãe de Iara. A obra é uma cinebiografia que contempla os 40 anos de experimentação musical da artista, apresentando gravações caseiras inéditas com parceiros musicais, fotos, jornais, materiais de arquivo, filmagens de shows e sequências íntimas e bem-humoradas de Alzira.
 
O filme documenta a trajetória dessa artista referência na cena musical independente de São Paulo, com raízes no Centro-Oeste do país e potência artística autoral, representando a multiplicidade da música brasileira. Nele, o público redescobre com Alzira, aos 60 anos, baús repletos de fitas MDs, VHSs e K7s com gravações caseiras inéditas, feitas junto a personalidades da música e da poesia brasileira e, ainda, a acompanha em sua evolução na composição de obras contemporâneas a partir dessas bases iniciadas há décadas.
 
Alzira se mostra à frente do seu tempo fazendo parte de um pequeno grupo internacional de mulheres que são reconhecidas como poetisas, feministas e líderes de bandas de rock, como Patti Smith e outras. Ela parece uma força da natureza em imagens capturadas no Pantanal, pelo rio Paraguai, e se confunde com elas.
 
Com direção de Marina Thomé, “Aquilo que eu nunca perdi” estreou mundialmente no 22º Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente (BAFICI) e teve sua première europeia no 61º Krakow Film Festival. No Brasil, o filme chegou ao Brasil na Competição Nacional do 13º Festival Internacional do Documentário Musical (In-Edit) entre os dias 16 e 27 de junho deste ano.
 
SERVIÇO
 
O canal oficial da MAD na plataforma YouTube está disponível pelo link:
 
https://www.youtube.com/c/MostraAudiovisualdeDourados
 
Outros esclarecimentos, dúvidas e informações adicionais poderão ser obtidos na COC/PROEX/UFGD pelo correio eletrônico nos endereços: cultura@ufgd.edu.br ou madufgd@gmail.com.
 
Realizada pela UFGD, por meio da Coordenadoria de Cultura (COC) da Pró-reitoria de Extensão e Cultura (PROEX), a MAD neste ano teve sua programação exibida de forma remota, em função da pandemia de covid-19. Apenas a oficina com o cineasta Joel Pizzini foi desenvolvida presencialmente.
 
A oitava edição da MAD conta com o patrocínio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (FUNAEPE) e do restaurante Forneria 84.
 
Jornalismo ACS/UFGD com informações da agência Conteúdo Comunicação
 

MAD
A artista Iara Rennó. Crédito: José de Holanda

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A artista Alzira E, personagem central do documentário "Aquilo que eu nunca perdi"
 




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