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Ementa/Programas



EMENTAS E PROGRAMAS ATUALIZADOS DAS DISCIPLINAS


EXPERIMENTAÇÃO - DISCIPLINA OBRIGATÓRIA - 60horas
EMENTA: Conceitos básicos de estatística e experimentação. Planejamento de experimentos agrícolas. Princípios básicos da experimentação. Delineamentos experimentais. Delineamentos de tratamentos. Fundamentos e aplicações de testes de significância. Teste de comparações múltiplas. Diagnósticos e medidas corretivas na análise de variância. Análise conjunta de uma série de experimentos. Fundamentos e aplicações de regressão e correlação. Fundamentos e aplicações de estatística experimental não paramétrica.
PROGRAMA:
A) CONCEITOS BÁSICOS DE ESTATÍSTICA E EXPERIMENTAÇÃO - Conceitos básicos de experimentação: a estatística e o método científico; experimento, tratamento, parcela, erro experimental, técnica experimental, análise de variância, testes de significância.
B) PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS AGRÍCOLAS - Princípios básicos da experimentação: repetição, casualização e controle local; Planejamento e instalação de experimentos.
C) DELINEAMENTOS EXPERIMENTAIS - Delineamento experimental inteiramente casualizado; Delineamento experimental blocos completos casualizados; Delineamento experimental quadrado latino; Delineamento experimental látice; Delineamento experimental blocos aumentados.
D) FUNDAMENTOS E APLICAÇÕES DE TESTES DE SIGNIFICÂNCIA - Estudos de contrastes; Testes de comparações múltiplas: t de Student, Bonferroni, Tukey, Duncan, Student-Newman-Keuls, Scheffé e Dunnett.;
Teste de agrupamento: teste de Scott-Knott.; 
F) DELINEAMENTO DE TRATAMENTOS - Fatorial; Parcelas subdivididas; Parcelas sub-subdivididas; Parcelas em Faixas.
G) DIAGNÓSTICOS E MEDIDAS CORRETIVAS NA ANÁLISE DE VARIÂNCIA -  Modelos lineares para a análise de variância; Pressuposições para a análise de variância; Testes de aditividade, de normalidade e de homogeneidade de variâncias; Transformação de dados: raiz quadrada, angular e logarítmica.
H) ANÁLISE CONJUNTA DE UMA SÉRIE DE EXPERIMENTOS - Critérios para combinação de experimentos numa análise conjunta; Exemplo de aplicação.
I) FUNDAMENTOS E APLICAÇÕES DE REGRESSÃO E CORRELAÇÃO -  Conceito de regressão e correlação; Aplicações de regressão e correlação;
J) FUNDAMENTOS E APLICAÇÕES DE ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL NÃOPARAMÉTRICA -  Estatísticas com distribuição livre; Teste para comparação de duas amostras independentes; Delineamento experimental inteiramente casualizado; Delineamento experimental blocos completos casualizados; Delineamento experimental blocos incompletos balanceados; Correlações não-paramétricas.

FISIOLOGIA VEGETAL - DISCIPLINA OBRIGATÓRIA - 60horas
EMENTA: Crescimento e desenvolvimento de plantas. Fotossíntese e respiração. Hormônios vegetais e reguladores do crescimento. Fisiologia do estresse térmico, hídrico e por propriedades químicas do solo.
PROGRAMA: A) A importância da Fisiologia Vegetal
B) Fotossíntese, Respiração e Fotorespiração: O processo de fotossíntese; O processo de respiração; O processo da fotorespiração; Metabolismo e ambiente; Fonte e dreno de assimilados.
C) Hormônios vegetais:Conceituação e mecanismos de atuação e aplicação prática; Auxinas; Giberelinas; Citocininas; Etileno; Inibidores de crescimento, ácido abscísico e outros; Principais aplicações na agricultura.
D) Fisiologia do Stress: Stress hídrico; Stress térmico; Stress salino.
E) Reprodução vegetal: Reprodução sexuada: germinação e longevidade de sementes; Tipos de dormência e fatores causadores; Reprodução assexuada: estaquia; Fatores que afetam a germinação e estaquia.

SEMINÁRIO I - DISCIPLINA OBRIGATÓRIA - 30h
EMENTA: Técnicas de apresentação. O Mestrado em Agronomia e a Universidade. A agronomia no contexto da Produção Vegetal.
PROGRAMA: Palestras semanais com convidados e/ou com discentes.

SEMINÁRIO II - DISCIPLINA OBRIGATÓRIA (somente para o curso de doutorado) - 30h
EMENTA: Técnicas de apresentação. A pós-graduação em Agronomia e a Universidade. A agronomia no contexto da Produção Vegetal.
PROGRAMA: Propiciar aos discentes oportunidade de assistir e desenvolver Seminário em assuntos correlatos à Ementa.

FÍSICA DO SOLO - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE SOLOS - 60h
EMENTA: O solo como sistema disperso. Textura, estrutura e consistência do solo. Água, ar e temperatura do solo. A física como fator no manejo do solo. Determinações físicas de laboratório e campo.
PROGRAMA: A) Introdução à física do solo - Definição e seu papel
B) O solo como um sistema disperso: Fases do solo; Principais minerais da fração argila; Minerais silicatados; Oxidos de ferro e alumínio.
C) Principais reações físico-químicas que ocorrem no solo: Reações de superfície da fração argila; A dupla camada difusa - teoria e modelos; A camada Stern; Potencial Zeta; Floculação e dispersão de colóides.
D) Textura do solo; Densidade do solo e de partículas; Porosidade e compactação do solo; Estrutura do solo; Consistência do solo; Temperatura do solo; A água no solo.

FERTILIDADE DO SOLO - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE SOLOS - 60h
EMENTA:Relação da fertilidade com outras disciplinas, constituição do solo, absorção de cátions e ânions, interação entre nutrientes e solo, conceitos de fertilidade, experimentação com plantas, avaliação da fertilidade do solo, avaliação do estudo nutricional das plantas, acidez e calagem, estudos dos ânions e cátions no solo, outros elementos químicos, fertilidade do sub-solo, correção de deficiências, economia de uso de fertilizantes e corretivos.
PROGRAMA: A) Escopo da fertilidade do solo:  Introdução; Importância da fertilidade do solo; Relação com outras disciplinas; fertilizantes  e desenvolvimento; fertilidade e meio ambiente.
B) A constituição e propriedades do solo: Constituintes das fases sólida, líquida e gasosa do solo; formação do solo (processos, fatores e o intemperismo na formação do solo); aspectos de morfologia do solo (cor, textura, estrutura e porosidade do solo); propriedades químicas (o sistema coloidal, cargas elétricas; adsorção e troca iônica); Importância na relação solo-planta.
C) Fertilidade do solo: Conceitos e leis; Elementos essenciais e nutrientes minerais; Absorção e disponibilidade de nutrientes; conceitos e leis da fertilidade do solo; Curvas de respostas e Mobilidade dos nutrientes.
D) Avaliação da fertilidade do solo: Objetivo e importância; Métodos.
E) Avaliação do estado nutricional das plantas: Diagnose foliar (conceito e fundamentos); Amostragem de material vegetal; Análise química de plantas; Interpretação de resultados da análise foliar; Sistema integrado de diagnose e recomendação; Comparação da análise foliar com a análise de solo.
F) Acidez e Calagem: Conceitos e componentes de acidez; Neutralização da acidez (métodos usados para a determinação da necessidade de calagem); Efeito da calagem em culturas; Interações da calagem com outros fatores de produção.
G) Matéria orgânica do solo: Importância para a fertilidade do solo; Fontes
H) O nitrogênio no solo: Formas de absorção; Dinâmica no solo; Relação solo-planta.
I) O fósforo no solo: Formas de absorção; Dinâmica no solo; Relação solo-planta.
J) O cálcio, magnésio e enxofre no solo: Formas de absorção; Dinâmicas no solo; Relação solo-planta.
M) O potássio no solo: Formas de absorção; Dinâmicas no solo; Relação solo-planta.
N) Micronutrientes no solo: Formas de absorção; Transformação no solo; Relação solo-planta.
O) Outros elementos químicos: Si, Na, Co, Se, metais pesados; Relação solo-planta.
P) Correção do solo: Correção da acidez para diversas culturas: Uso de calcário, gesso agrícola e escórias de siderurgia.
Q) Economia de uso de fertilizantes e corretivos: Relação de troca; Doses mais econômicas; Uso eficiente de fertilizantes; Equilíbrio da adubação e economia; Adubação para colheita máxima econômica.

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO - DISCIPLINA DA ÁREA DE SOLOS - 60h
EMENTA: Sistemas de manejo, sua adequação em função de características intrínsecas dos solos, e seus efeitos sobre características físicas químicas e biológicas dos mesmos. Fatores que afetam a produtividade das culturas dentro do sistema solo - água - plantas. A matéria orgânica e outros insumos como condicionadores do solo. Práticas de manejo de solo e cultura utilizadas na recomposição de solos degradados.
PROGRAMA: Aprimorar os conhecimentos sobre sistemas de manejo de solos e os seus efeitos decorrentes;Fornecer conhecimentos sobre as ações interdependentes entre características físicas, químicas e biológicas dos solos; Estudar interações existentes entre características do solo, a água e as plantas; Proporcionar conhecimentos sobre a ação da matéria orgânica em termos de condicionamento do solo.

FORRAGICULTURA - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOTECNIA - 60h
EMENTA: Introdução de espécies forrageiras. Princípios fisiológicos de manejo das forrageiras. Valor nutritivo e qualidade das forrageiras. Formação, recuperação, adubação e consorciação de pastagens. Manejo do pastejo. Conservação de forrageiras: ensilagem e fenação. 
PROGRAMA: Morfofisiologia de gramíneas e leguminosas tropicais; Morfogênese; Qualidade e valor nutritivo de forrageiras; Introdução e avaliação de germoplasma forrageiro; Dinâmica do processo de pastejo, estratégias e forrageamento; Estratégias de manejo do pasto; Metodologias de pesquisa.

FRUTICULTURA - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOTECNIA - 60h
EMENTA: Princípios das seguintes culturas: Maracujazeiro, abacaxizeiro, bananeira, citros, videira, e goiabeira.
PROGRAMA: 
A – Cultura do Maracujazeiro - Aspectos socieconômicos; Aspectos botâncicos; Solo e clima; Propagação; Exigências nutrionais, calagem e adubação; Tratos culturais; Irrigação e fertirrigação; Pragas; Colheita e Pós-Colheita; Comercialização; Custos de produção e rentabilidade.
B - Cultura do Abacaxizeiro - Aspectos socieconômicos; Aspectos botâncicos; Solo e clima; Propagação; Exigências nutrionais, calagem e adubação; Tratos culturais; Irrigação e fertirrigação; Pragas; Colheita e Pós-Colheita; Comercialização; Custos de produção e rentabilidade.
C - Cultura da Bananeira - Aspectos socieconômicos; Aspectos botâncicos; Solo e clima; Propagação; Exigências nutrionais, calagem e adubação; Tratos culturais; Irrigação e fertirrigação; Pragas; Colheita e Pós-Colheita; Comercialização; Custos de produção e rentabilidade.
D - Cultura dos Citros - Aspectos socieconômicos; Aspectos botâncicos; Solo e clima; Propagação; Exigências nutrionais, calagem e adubação; Tratos culturais; Irrigação e fertirrigação; Pragas; Colheita e Pós-Colheita; Comercialização; Custos de produção e rentabilidade.
E - Cultura da Videira - Aspectos socieconômicos; Aspectos botâncicos; Solo e clima; Propagação; Exigências nutrionais, calagem e adubação; Tratos culturais; Irrigação e fertirrigação; Pragas; Colheita e Pós-Colheita; Comercialização; Custos de produção e rentabilidade.
F - Cultura da Goiabeira - Aspectos socieconômicos; Aspectos botâncicos; Solo e clima; Propagação; Exigências nutrionais, calagem e adubação; Tratos culturais; Irrigação e fertirrigação; Pragas; Colheita e Pós-Colheita; Comercialização; Custos de produção e rentabilidade.

PRODUÇÃO DE GRANDES CULTURAS I - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOTECNIA - 60h
EMENTA: Análise dos fatores que influem na produção de soja, milho e cana-de-açucar. Estudos dos diferentes aspectos e dos recentes avanços da pesquisa agronômica relacionados com a tecnologia da produção. Pós-colheita.
PROGRAMA: 
A) Cultura de soja:-  Soja na região dos cerrados; Descrição dos estádios fenológicos da planta; Influência dos fatores climáticos no crescimento e desenvolvimento da planta; Fotoperíodo e termoperíodo no comportamento na planta; Manejo e conservação do solo; Nutrição mineral; Correção do solo e adubação; Melhoramento da soja para as regiões Centro-oeste, Norte e Nordeste; Variedades; Fixação biológica, inoculação e tratamento de semente; Controle de plantas daninhas; Pragas e doenças; Colheita.
B) Cultura do milho - Perspectiva da cultura; Origem e fenologia da planta; Ecofisiologia e elementos do clima; Base genética dos híbridos e variedades; Nutrição mineral; Calagem e adubação; Manejo do solo; Sistema de produção, visando alta produtividade de grãos; Colheita
C) Cultura da Cana-de-açucar (Sacharum officinarum L.) - Introdução: importância sócio-econômico, síntese histórica e evolução; Características da planta: botânica e organografia; Condições edafo-climáticas para o cultivo da cana-de-açucar; Nutrição mineral e adubação; Manejo e conservação de solos; Sistemas de plantio: época, espaçamento, produção de mudas e tipos de mudas; Melhoramento genético e variedades de cana-de-açucar;  Fisiologia da produção de cana; Macanismo de acúmulo de sacarose; Manejo de pragas, doenças e plantas daninhas; Sistemas de colheita: colheita manual e mecanizada.

PRODUÇÃO DE GRANDES CULTURAS II - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOTECNIA - 60h
EMENTA: Análise dos fatores que influem na produção do algodão, arroz, feijão e cultivos consorciados. Estudo dos diferentes aspectos e dos recentes avanços da pesquisa agronômica relacionados com a tecnologia da produção.
PROGRAMA: 
A) Cultura do Algodoeiro (Gossypium hirsutum L.) - Aspectos econômicos da cultura no Mundo, no Brasil e em Mato Grosso do Sul; Crescimento e desenvolvimento do algodoeiro - importância das fases fenológicas;
Efeito de fatores abióticos sobre o crescimento e desenvolvimento do algodoeiro; Arranjo de plantas - espaçamento e densidade; Gerenciamento do crescimento - manejo de reguladores de crescimento; Uso de desfolhantes e maturadores; Colheita e beneficiamento.
B) Cultura do Arroz (Oryza sativa L.) - Importância e distribuição geográfica; Fisiologia do arroz: fases de crescimento e desenvolvimento; Sistemas de cultivo e cultivares recomendadas; Adubação e nutrição mineral; Manejo da lâmina d’água em arroz irrigado; Principais pragas, doenças e plantas daninhas, com alternativas de manejo; Aspectos relacionados à colheita.
C) Cultura do Feijão (Phaseolus vulgaris L.) e Feijão-caupi (Vigna unguiculata (L.) Walp.- Importância e distribuição geográfica; Fenologia e condições edafo-climáticas para produção de feijão; Semeadura e tratos culturais;
Principais plantas daninhas, pragas e doenças, com alternativas de manejo; Colheita, secagem e armazenamento.
D) Cultivos consorciados - Objetivos e importância; Espécies utilizadas; Qualidade de sementes; Épocas de implantação de consórcio; Manejo e tratos culturais; Resultados de pesquisa.

PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS I - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOTECNIA - 60h.
EMENTA: Análise dos fatores que influem na produção de hortaliças tuberosas e folhosas. Discussão dos trabalhos experimentais do efeito das condições edafo-climáticas sobre a produção dessas hortaliças, bem como dos fatores relacionados com a dormência, brotação, germinação, métodos culturais, adubação e pós-colheita.
PROGRAMA: A) INTRODUÇÃO: Características morfo-fisiológicas de alfaces, crucíferas, taioba, cenoura, taro e inhame;  Principais fatores edafo-climáticos sobre o desenvolvimento e crescimento de plantas olerícolas.
B) FITOTECNIA: Influência de fontes, dosagens e formas de adubação, orgânica e mineral, sobre a produção de algumas hortaliças de folhas, raízes e caules; Influência de formas de condução das culturas;  Influência de sistemas de irrigação e turnos de rega. 
C) PÓS-COLHEITA: Maturidade fisiológica e hortícola; Maturação e senescência; Índices de colheita.

PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS II - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOTECNIA - 60h
EMENTA: Análise dos fatores que influem na produção de hortaliças de frutos. Discussão de trabalhos experimentais do efeito das condições edafo-climáticas sobre a produção dessas hortaliças, bem como dos fatores relacionados com a germinação, métodos culturais, adubação e pós-colheita.
PROGRAMA: A) INTRODUÇÃO: Características morfo-fisiológicas de tomates, pimentão, melão, melancia, abobora, moranguinho; Principais fatores edafo-climáticos sobre o desenvolvimento e crescimento de plantas olerícolas de fruto.
B) FITOTECNIA:  Influência de fontes, dosagens e formas de adubação, orgânica e mineral, sobre a produção de algumas hortaliças de fruto; Influência de formas de condução das culturas; Influência de sistemas de irrigação e turnos de rega.
C) PÓS-COLHEITA: Maturidade fisiológica e hortícola; Maturação e senescência; Índices de colheita.

PLANTAS MEDICINAIS, AROMÁTICAS E CONDIMENTARES - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOTECNIA - 60h
EMENTA: As plantas e os métodos terapêuticos. Componentes ativos das plantas. Fitoquímica. Órgãos ou partes das plantas utilizadas na terapêutica. Propriedades medicinais das plantas. Principais espécies nativas e cultivadas de uso popular no Brasil. Etnobotânica. Fitossociologia. Conservação de recursos genéticos. Cultivo de plantas medicinais herbáceas e arbustivas. Colheita, processamento e comercialização.
PROGRAMA: A)Botânica: Identificação das plantas medicinais: nomes comuns, espécies e famílias botânicas. Características das plantas mais usadas popularmente e na indústria farmacêutica.
B) Anatomia Vegetal – estruturas secretoras.
C) Vias metabólicas e principais compostos de atividade terapêutica e aromática.
D)Etnobotânica e preservação: Inter-relação entre o homem – planta medicinal – meio ambiente e respectivos usos, inclusive, em manifestações culturais; Preservação da flora medicinal através da organização de associações.
E) Cultivo: Propagação: reprodução sexuada (sementes) e assexuada (vegetativa); Ambientes modificados: ripados, telados e outros; Cultivo das principais plantas medicinais e aromáticas; Manutenção de Jardins Botânicos
F) Colheita, secagem e armazenamento: épocas e condições de colheita, temperaturas mais adequadas, armazenamento em ambiente natural e artificial. Processamento.
G) Beneficiamento e comercialização : Fisiologia pós-colheita. Embalagens. Controle de qualidade
H) Noções de Farmacognosia
I) 1.Noções de Farmacologia

PRODUÇÃO DE PLANTAS ORNAMENTAIS - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOTECNIA - 60h
EMENTA: Horticultura e floricultura. Viveiros e estufas. Substratos. Luz. Temperatura. Propagação. Irrigação. Adubação. Controle fitossanitário
PROGRAMA: A) Horticultura e Floricultura: Definições e finalidades.
B) Viveiros e Estufas: Local, instalações e tipos de viveiros e estufas; Orientação, dimensão, geometria; Materiais de cobertura e filmes de proteção; Transferência de calor e massa: radiação, convecção e condução
Psicrometria, ventilação, calefação e resfriamento.
C) Substratos: Propriedades físicas e químicas; Materiais utilizados.
D) Luz: Qualidade, duração e nível de iluminação; Manejo da luz em floricultura; Dimensionamento de sistemas de iluminação artificial.
E)Temperatura: Efeitos da temperatura na vida das plantas: germinação, estratificação, absorção de nutrientes, fotossíntese, florescimento, vernalização, enraizamento de estacas, sintese de pigmentos e redução
de crescimento.
F) Propagação: Pré-requisitos básicos para o sucesso da propagação; Adequação dos métodos de reprodução sexuada e assexuada para cada espécie de planta ornamental; Cultivo in vitro (meios de cultura, semeadura, preparo e tipo de explantes de explantes); Teoria do FlorígenoPré-requisitos básicos para o sucesso da propagação.
G) Irrigação: Objetivos e adequação dos sistemas de irrigação para cada tipo de planta e sistema de produção.
I) Adubação: Tipos de adubação; Absorção dos nutrientes.
J) Controle fitossanitário: Principais pragas, doenças e plantas invasoras que incidem sobre plantas ornamentais; Controle preventivo.
L) Avaliações estatísticas de experimentos com plantas ornamentais.

ORQUICULTURA - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOTECNIA - 60h
EMENTA: Histórico e nomenclatura. Técnicas de reprodução por cortes, por sementes e por meristemas.Substratos. Aclimatação de plantas jovens e adultas. Nutrição. Irrigação. Controle fitossanitário.
PROGRAMA: Caracterização geral das orquídeas; Chave de identificação; Importância econômica das orquídeas; Orquídeas e o Bioma Cerrado; Reprodução assexuada das orquídeas; Reprodução sexuada das orquídeas; Meios de cultura e semeio in vitro; Micropropagação;Substratos para orquídeas; Fatores abióticos que interferem no desenvolvimento e aclimatização das orquídeas; Fatores bióticos que interferem no desenvolvimento e aclimatização das orquídeas; Florescimento in vitro; Visita técnica a Orquidários (Campo Grande e Dourados).

SISTEMAS AGROFLORESTAIS - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOTECNIA - 60h
EMENTA: Histórico, conceitos e classificação de sistemas agroflorestais (SAF). Princípios de seleção de espécies para SAF. Aspectos econômicos dos SAF. Experimentação em SAF. Produtividade e conservação de solos em SAF. Estudos de casos.
PROGRAMA: A) Introdução em Sistemas Agroflorestais: conceitos; origens; vantagens e desvantagens.B) Classificação de Sistemas Agroflorestais: conceitos; critérios para classificação; estrutura para classificação; classificação funcional; agrupamentos ecológicos e socionômicos dos Sistemas Agroflorestais; Sistemas Agroflorestais nos trópicos úmidos, nos trópicos semi-áridos, em terras de altitude, em zonas Temperadas; Facilidades e dificuldades com os Sistemas Agroflorestais nos trópicos úmidos; Sistemas Agroflorestais comuns nos trópicos úmidos.
B) Teoria e prática de diagnose e planejamento de Sistemas Agroflorestais: Critérios; Informações necessárias ao planejamento; Procedimentos e principais aspectos para diagnose e planejamento de Sistemas Agroflorestais; Recomendações para práticas com Sistemas Agroflorestais nos trópicos.
C) Princípios de seleção de espécies para Sistemas Agroflorestais: Avaliação de espécies sítios para Sistemas Agroflorestais; Fontes de germoplasma e variação entre espécies; Critérios para identificação de ideotipos;
Relação entre os principais produtos Agroflorestais e seleção de espécies; Interação entre componentes.
D) Aspectos econômicos dos Sistemas Agroflorestais: Conceitos; Metodologia para análise econômica em Sistemas Agroflorestais; Informações necessárias para análise econômica em Sistemas Agroflorestais.
E) Experimentação em Sistemas Agroflorestais: Etapas e objetivos para experimentação agroflorestal; Classificação dos tópicos experimentais.
F) Extensão em Sistemas Agroflorestais: Beneficiários pretendidos na Extensão Agroflorestal; Comparação entre extensão Agroflorestal e extensão agrícola; Problemas na adoção de tecnologias Agroflorestais;
Estratégia para facilitar a adoção de tecnologias Agroflorestais.
G) 2.Produtividade e conservação de solo em Sistemas Agroflorestais: Influência das árvores nos solos; Ciclagem de nutrientes e matéria orgânica em solos sob Sistemas Agroflorestais; Fixação de nitrogênio em árvores;
Conservação do Solo em Sistemas Agroflorestais.
I) Estudos de caso.

CONTROLE BIOLÓGICO E O MANJEO INTEGRADO DE PRAGAS - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOSSANIDADE - 60h
EMENTA: Conceitos e fundamentos básicos sobre controle biológico. Histórico do controle biológico no Brasil e no mundo. Biologia de predadores e parasitóides. Relação: predador/presa, parasitóide/hospedeiro e entomófagos/entomopatógenos. Ciclo biológico, modo de ação, produção e uso de entomopatógenos. Manejo Integrado de Pragas - MIP em culturas de expressão econômica.
PROGRAMA: A) Conteúdo Teórico: - Introdução ao estudo do controle biológico em sistema de Manejo Integrado de Pragas; Conceito de Praga - informações básicas para implantação do MIP/ Conceito e histórico do MIP, filosofia do Manejo Integrado de Pragas; Bases ecológicas em Manejo Integrado de Pragas; Noções de entomologia econômica - cálculo de níveis de controle; Métodos de controle: Legislativo, Mecânico, Cultural, Comportamental, Físico, Resistência de plantas a insetos; Agentes do controle biológico de pragas: Parasitóides e Predadores; Métodos de criação e multiplicação de hospedeiros, presas, parasitóides e predadores; Vírus entomopatogênicos; Bactérias entomopatogênicas; Fungos entomopatogênicos; Nematóides e protozoários entomopatogênicos; Controle biológico natural, artificial e clássico; Histórico do controle biológico, sucessos e insucessos do controle biológico; Sistemas de MIP nas grandes culturas (soja, cana-de-açúcar, milho, algodão, mandioca e eucalipto).
B) TEMAS PARA A ELABORAÇÃO DA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA E APRESENTAÇÃO DO SEMINÁRIO: Biodiversidade de parasitoides;Regulamentação e registro de produtos biológicos para controle de pragas; Associação de plantas transgênicas e inimigos naturais no controle de insetos-praga; Situação do mercado brasileiro de produtos microbianos para o controle de pragas; Interações tritróficas; Controle biológico de insetos-praga com parasitóides e predadores em cultivos orgânicos; Controle de qualidade de agentes de controle biológico; Uso de Trichogramma no Brasil: situação atual e desafios; Controle biológico de insetos habitantes do solo; Plantas transgênicas resistentes a insetos e organismos não-alvo: predadores, parasitóides e polinizadores; Seletividade de inseticidas a insetos entomófagos; Controle biológico com ácaros predadores; Quarentena de agentes de controle biológico; Uso de parasitóides de ovos no manejo de lepidópteros-praga na cultura da soja; Controle biológico de insetos-praga em cultivo protegido; Impacto de parasitóides exóticos sobre parasitóides nativos no Brasil; Os agentes de controle biológico e o produtor rural: percepção e potencialidades.

CONTROLE DE ENFERMIDADES DE PLANTAS - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOSSANIDADE - 60h
EMENTA: Métodos de Controle relativos a exclusão, erradicação, proteção, resistência e quimioterapia: Principais grupos de fungicidas; Avaliação de fungicidas por bioanálise e condições de campo; Especialização fisiológica de fitopatógenos.
PROGRAMA: A) CONCEITOS E PRINCÍPIOS BÁSICOS EM FITOPATOLOGIA: Conceito de doença e histórico; Classificação de doença; Ciclo das relações patógeno-hospedeiro.
B) PRINCÍPIOS DE CONTROLE DE DOENÇAS DE PLANTAS: Princípios de Wetzel (erradicação, exclusão, imunização, proteção); Terapia; Regulação e evasão.
C) INFLUÊNCIA DO AMBIENTE SOBRE DOENÇAS DE PLANTAS.
D) EPIDEMIOLOGIA DE DOENÇAS DE PLANTAS: Conceito e definição de epidemiologia; Conceito de epidemias;Tipos de epidemias;Parâmetros monocíclicos; Curvas de progresso da doença
Modelos de previsão de doença.
E) CONTROLE QUÍMICO: Introdução/Histórico; Conceitos Atuais; Classificação dos fungicidas de acordo com o modo de ação (Fungicidas de contato ou erradicantes; Fungicidas protetores; Fungicidas sistêmicos; Fungicidas terapêuticos/curativos; Fungicidas mesostêmicos; Fungicidas microbiológicos; Fungicidas ativadores de plantas); Resistência de fungos à fungicidas.
F) CONTROLE ATRAVÉS DE RESISTÊNCIA: Introdução; Classificação epidemiológica de resistência; Classificação genética de resistência; Implicações epidemiológicas da resistência; Estratégias para o uso da resistência durável (aparecimento de novas raças).
G) CONTROLE BIOLÓGICO: Interações entre microrganismos; Conceito de controle biológico; Controle biológico de fungos associados ao solo e parte aérea;.Controle biológico de nematóides; Solarização.
H) CONTROLE CULTURAL: Conceitos; Medidas de controle e sua eficiência; Rotação de cultura e plantio direto.

INSETICIDAS E O MANEJO INTEGRADO - DISCIPLINA OPTATIVA - 60h
EMENTA: Inseticidas e acaricidas: fundamentos para o Manejo Integrado, legislação sobre agrotóxico no Brasil e no Mercosul. Bases conceituais, bioquímicas e fisiológicas em controle químico de pragas. Toxicologia dos inseticidas. Farmacocinética. Métodos experimentais em controle químcico das pragas. Seletividade e manejo da resistência de insetos aos inseticidas. Plantas transgênicas resistentes a pragas.
PROGRAMA: Passado, presente e futuro do controle químico de pragas; Bases conceituais do Manejo Integrado; Economia no Manjeo Integrado (mercado brasileiro de inseticidas e acaricidas); Legislação sobre agrotóxicos no Brasil e no Mercosul (ponto de vista legal e de desenvolvimento internacional); Sociologia e controle químico de pragas (receituário agronômico, equipamentos de proteção individual e caracteristísticas sociais do usuário); Bases conceituais, bioquímicas e fisiológicas em controle químico de pragas; Toxicologia dos inseticidas; Farmacocinética; Métodos experimentais em controle químico das pragas das principais culturas econômicas; Testes estatísticos auxiliares na interpretação de experimentos com controle químico de pragas; Seletividade de pesticidas a organismos benéficos (predadores, parasitóides, patógenos, polinizadores, outros); Metodologias de avaliação de risco e o impacto dos pesticidas a organismos benéficos; Ecologia, evolução darwiniana e o controle de pragas; Metodologia de monitoramento da resistência dos insetos aos inseticidas; Manejo da resistência de insetos aos inseticidas; Novos inseticidas para o controle de pragas; Acaricidas; Discussão e apreciação crítica da literatura científica nas áreas de inseticidas e Manejo Integrado.

RESISTÊNCIA DE PLANTAS A DOÊNÇAS - DISCIPLINA OPTATIVA DA ÁREA DE FITOSSANIDADE - 60h
EMENTA: Relações patógeno-hospedeiro; fisiologia do parasitismo; Conceitos básicos de resistência; Genética da Resistência e da Patogenicidade, Patometria; Epidemiologia; Resistência Vertical e Resistência Horizontal; Controle de doenças através de Resistência Genética.
PROGRAMA: Revisão sobre doenças de plantas e agentes etiológicos; Importância de doenças de plantas; Ciclo das relações patógeno-hospedeiro; Mecanismos de ataque de patógenos de plantas; Mecanismos de defesa de plantas; Genética da interação planta-patógeno (Teoria gene-a-gene (Flor)); Tipos de resistência de plantas a patógenos; Epidemiologia de doenças sob diferentes tipos de resistência; Aplicação da resistência em patossistemas específicos.

AMOSTRAGEM E MONITORAMENTO DE INSETOS - DISCIPLINA OPTATIVA  - 60h
EMENTA: Conceitos básicos da amostragem; classificação da densidade da população; métodos para medição da densidade populacional em agroecossistemas e ecossistemas naturais; distribuição espacial de insetos; amostragem sequencial para classificação; amostragem ecológica em cultivos geneticamente modificados; avaliação da utilidade dos planos de amostragem; reamostragem; contagens binomiais; amostragem no tempo para classificar ou estimar a curva de crescimento de uma população.
PROGRAMA: A) Conceitos básicos da amostragem: casualidade, tendência e precisão; critérios para uma amostra confiável; simulação do processo de amostragem; variação e distribuição das médias amostrais.
B) Classificação da densidade da população: classificação versus estimativa; definição do tamanho da amostra; dimensão, quantidade e localização das unidades amostrais; frequência da amostragem; redução dos custos da amostragem.
C) Métodos para medição da densidade populacional em agroecossistemas e ecossistemas naturais: amostragem por área ou linha; método da marcação e recaptura; amostragem por retirada; métodos sem área.
D) Distribuição espacial de insetos: tipos de distribuição; índices de dispersão; distribuições de frequências.
E) Amostragem sequencial para classificação: fundamentação teórica da amostragem sequencial; construção de planos de amostragem sequencial.
F) Amostragem ecológica em cultivos geneticamente modificados: análise dos riscos ecológicos das plantas transgênicas; as razões para o monitoramento ecológico; bases científicas do monitoramento ecológico.
G) Avaliação da utilidade dos planos de amostragem: o processo cíclico de aprendizado, melhoramento e redefinição dos planos de amostragem; modificações nos métodos de amostragem; avaliação da performance do método proposto; fatores do design que afetam a utilidade do método; avaliação pelos usuários, testes de campos e simulação; o valor econômico e ecológico da informação amostrada.
H) Reamostragem: testes de aleatorização (testes de permutação); validação cruzada Jackknife e Bootstrap.
I) Contagens binomiais: o que é amostragem binomial; amostragem binomial de presençaausência.
J) Amostragem no tempo para classificar ou estimar a curva de crescimento de uma população: classificação tempo-sequencial de uma trajetória populacional; estimativa tempo-sequencial da curva de crescimento populacional; monitoramento de populações de insetos através do tempo.

ANÁLISE MULTIVARIADA APLICADA Á PESQUISA AGRÍCOLA - DISCIPLINA OPTATIVA - 60h
EMENTA: Fundamentos de Álgebra de Matrizes. Regressão Linear Múltipla. Análise de Componentes Principais. Análise de Fatores. Análise de Correlação Canônica. Análise de Agrupamento.Análise de Trilha. Análise de Variância Multivariada. Análise Discriminante. Análise AMMI – Biplot. Análise de Medidas Repetidas. 
PROGRAMA: A) Fundamentos de Álgebra de Matrizes: Conceito e Tipos de Matrizes; Operações com Matrizes; Equação Característica, Autovalores e Autovetores; Matrizes de Covariâncias e de correlações; Transformações Lineares e Rotação de Eixos; Exercícios Utilizando os Aplicativos Computacionais de Estatística SAS e GENES.
B) Regressão Linear Múltipla :  Propriedades e pressuposições da regressão linear múltipla; Regressão linear múltipla com duas e três variáveis explicativas; Exercícios Utilizando os Aplicativos Computacionais de Estatística SAS, STATISTICA e GENES.
C) Análise de Componentes Principais:Diagonalização da matriz variância-covariância; Determinação do número de componentes principais; Interpretação dos componentes principais; Exercícios Utilizando os Aplicativos Computacionais de Estatística SAS, STATISTICA e GENES.
D) Análise de Fatores: Estimação da Comunalidade; Determinação do número de fatores;Interpretação dos fatores; Exercícios Utilizando os Aplicativos Computacionais de Estatística SAS, STATISTICA e GENES.
E) Análise de Correlação Canônica:Coeficiente de correlação canônica; Variáveis Canônicas; Interpretação das correlações canônicas;Exercícios Utilizando os Aplicativos Computacionais de Estatística SAS, STATISTICA e GENES.
F) Análise de Agrupamentos: Medidas de distâncias (Dissimilaridade); Coeficientes de Similaridade; Métodos de Agrupamento; Interpretação de Dendrogramas; Exercícios Utilizando os Aplicativos Computacionais de Estatística SAS, STATISTICA e GENES.
G) Análise de Trilha:Conceito e Importância; Padronização de Variáveis e Estimação de Coeficientes e Trilha; Interpretação de coeficientes de trilha.
H) Análise de Variância Multivariada: Delineamento Inteiramente Casualizado; Delineamento Blocos Casualizados; Experimentos Fatoriais; Exercícios Utilizando os Aplicativos Computacionais de Estatística SAS, STATISTICA e GENES.
I) Análise Discriminante: Função Discriminante Linear de Fisher; Avaliação da Função Discriminante; Estimação das Funções Discriminantes e Classificação; Distância de Mahalanobis entre dois grupos; Exercícios Utilizando os Aplicativos Computacionais de Estatística SAS, STATISTICA e GENES.
J) Análise AMMI – Biplot: Modelagem AMMI; Gráficos Biplot; Interpretação de Gráficos Biplot; Exercícios Utilizando o Aplicativo Computacional de Estatística SAS.
L) Análise de Medidas Repetidas: Modelagem de Medidas Repetidas; Estruturas de variâncias e covariâncias; Exercícios Utilizando o Aplicativo Computacional de Estatística SAS.

ANÁLISE DE REGRESSÃO APLICADA À PESQUISA AGRÍCOLA - DISCIPLINA OPTATIVA - 60h
EMENTA: Conceito de regressão e correlação. Regressão e correlação simples. Correlações não-paramétricas. Regressão linear múltipla. Abordagem matricial da regressão linear simples e múltipla. Regressão polinomial. Uso de variáveis binárias. Diagnósticos e medidas corretivas em regressão linear. Regressão não-linear. Ajuste de superfícies de resposta.
PROGRAMA: A) CONCEITOS DE REGRESSÃO E CORRELAÇÃO: Conceito e importância de análise de regressão; Conceito e importância de análise de correlação.
B) REGRESSÃO E CORRELAÇÃO SIMPLES: Modelo de regressão e o método dos quadrados mínimos;.Inferências em análise de regressão; Coeficiente de correlação e inferências.
C) CORRELAÇÕES NÃO-PARAMÉTRICAS: Correlação de Spearman; Correlação de Kendall.
D) REGRESSÃO LINEAR MÚLTIPLA: Propriedades e pressuposições da regressão linear múltipla; Regressão linear múltipla com duas e três variáveis explicativas; Análise de trilha.
E) ABORDAGEM MATRICIAL DA REGRESSÃO SIMPLES E MÚLTIPLA:Fundamentos de álgebra de matrizes; Análise de regressão por meio de matrizes.
F) REGRESSÃO POLINOMIA: Aplicação de regressão múltipla para ajuste de modelos polinomiais; Método dos polinômios ortogonais.
G) USO DE VARIÁVEIS BINÁRIAS: Considerações sobre o uso de variáveis binárias ou categóricas; Análise de regressão com variáveis categóricas.
H) DIAGNÓSTICOS E MEDIDAS CORRETIVAS EM REGRESSÃO LINEAR: Análise de resíduos;.Análise de gráficos de resíduos; Testes de resíduos; Medidas corretivas.
I) REGRESSÃO NÃO-LINEAR: Comparação entre modelos lineares e não-lineares; Descrição de alguns modelos não-lineares; Modelos não-lineares que se tornam lineares por anamorfose; Modelos não-lineares assintóticos
J)AJUSTES DE SUPERFÍCIES DE RESPOSTAS: Conceito de superfície de resposta; Modelos para ajuste de superfície de resposta;Pontos críticos em modelos quadráticos; Mapas de isoquantas.

ANATOMIA VEGETAL - DISCIPLINA OPTATIVA - 60h
EMENTA: Origem e organização do corpo da planta. Meristemas primários. Tecidos simples: parênquima, colênquima, esclerênquima e epiderme. Meristemas secundários. Tecidos complexos: xilema, floema e estruturas secretoras. Órgãos vegetais: raiz, caule e folha. Órgãos reprodutores: flor, fruto e semente. 
PROGRAMA: Célula vegetal: parede celular - composição química e pontuações; Célula vegetal: protoplasma e paraplasma; Meristemas primários e secundários; Sistemas de proteção: epiderme e estruturas anexas, eriderme, endoderme, exoderme, velame e hipoderme; Parênquimas: aerênquimas, clorênquimas e outros; Tecidos de sustentação: colênquima e esclerênquima; Tecidos de condução: xilema e floema; Estruturas primárias e secundárias da raiz; Estruturas primárias e secundárias de caules: aéreos, subterrâneos, reservantes; Estrutura de folha; Estrutura de flor, fruto e semente; Modificações estruturais de plantas submetidas a diferentes tipos de estresses.

FISIOLOGIA PÓS-COLHEITA DE FRUTOS E HORTALIÇAS - DISCIPLINA OPTATIVA - 60h
EMENTA: Transformações metabólicas no ciclo vital dos frutos e hortaliças. Processo respiratório e reguladores da maturação. Fatores externos que afetam o amadurecimento. Principais causas de perdas pré e pós-colheita. Tecnologias pós-colheita e qualidade. Armazenamento pós-colheita em atmosfera controlada e ou modificada e refrigeração. Padronização, classificação, embalagem e transporte de produtos. Processamento mínimo de frutos e hortaliças.
PROGRAMA: A) FORMAÇÃO E CRESCIMENTO DE ÓRGÃOS VEGETAIS: Maturação, amadurecimento e senescência; Respiração: padrões, fatores de influência e climatério respiratório; Reguladores da maturação.
B) PERDAS DE PRÉ E PÓS COLHEITA: Tipos, causas e métodos de controle.
C) MANEJO, INSTALAÇÕES E CONTROLE DE QUALIDADE: Fatores de pré-colheita; Fatores de manuseio e colheita; Embalagens; Transporte; Tipos de Armazenamento; Qualidade em pós colheita: Atributos, padronização e classificação.
D) PROCESSAMENTO MÍNIMO DE FRUTOS E HORTALIÇAS:  Importância; Limpeza, lavagem e sanitização; Preservação do produto cortado.

MANEJO DA IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO - DISCIPLINA OPTATIVA - 60h
EMENTA: Conceitos básicos de relação água-solo-planta-atmosfera. Determinação do estado hidríco do solo. Armazenamento de água no solo. Disponibilidade de água no solo. Manejo com base no estado hídrico do solo. Precipitação. Evapotranspiração. Manejo com base nas condições climáticas.
PROGRAMA: Introdução; Formas de manejo da Irrigação; Critérios para realização do manejo; Indices físicos do solo; Método Gravimétrico ou Método Padrão da Estufa; Método do Forno Microondas (derivado do Método Gravimétrica); método das pesagens de solo; método da queima com álcool; método da impedância do solo; Método da Moderação de Nêutrons; Método da reflectometria no domínio do tempo (TDR); Potencial de água no solo; Potencial total de água no solo; Potencial de Pressão Hidrostática e Potencial de Tensão Matricial; Potencial Gravitacional; Potencial de Tensão Osmótica; Gradiente Hidráulico; Curva Característica do Solo; Tensiometria; Saturação do solo; Capacidade de Campo; Ponto de murcha permante; Água disponível; Fração da Água disponível (f); Potencial matríco crítico; Determinação da água disponível; Precipitação; Formação das chuvas; Medição da precipitação; Variação da precipitação; Mecanismos de Medição da Evaporação; Evapotranspiração; Transpiração das Plantas; Evapotranspiração Potencial e Real; Determinação da Evapotranspiração.

MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS DAS PRINCIPAIS CULTURAS DO CERRADO DO BRASIL - DISCIPLINA OPTATIVA - 60h
EMENTA:
 Manejo integrado de pragas (MIP): teoria e prática. MIP-Soja. MIP-Algodão. MIP-Milho. MIP-Trigo. Métodos de controle de pragas.
PROGRAMA: Bases conceituais do MIP; Importância das pragas, inimigos naturais e condições climáticas sobre as estratégias de controle de pragas de um sistema de produção vegetal; Avaliação do agroecossistema. Tomada de decisão. Escolha do sistema de redução populacional de pragas; MIP-Milho; MIP-Soja; MIP-Algodão;MIP-Trigo.

MÉTODO DE MELHORAMENTO DE PLANTAS - DISCIPLINA OPTATIVA - 60h
EMENTA: Introdução. A base genética e citogenética do melhoramento de plantas; Fontes de material para o melhoramento de plantas; Sistema reprodutivo das plantas cultivadas; Métodos de melhoramento de plantas autógamas; Métodos de melhoramento de plantas alógamas; Métodos de melhoramento de plantas de propagação vegetativa; Métodos de melhoramento visando resistência a doenças e pragas; Métodos de melhoramento visando tolerância a estresse abiótico; Biotecnologia aplicada ao melhoramento de plantas.
PROGRAMA: A) Introdução: Importância do melhoramento de plantas; Objetivos do melhoramento de plantas.
B) A base genética e citogenética do melhoramento de plantas: Variação genotípica e variação fenotípica; Poliploidia, mutações, auto-incompatibilidade; Esterilidade masculina.
C) Fontes de material para melhoramento de plantas: Variedades locais; Introdução de materiais de outras regiões; Centro de origem e de diversidade; Bancos de germoplasmas; Conservação de recursos genéticos.
D) Sistemas reprodutivos das plantas cultivadas: Classificação das plantas segundo o modo de reprodução e sua relação com o melhoramento; Fatores que determinam a autofecundação e os cruzamentos naturais;
Estruturas genéticas das populações de plantas autógamas, alógamas e de propagação vegetativa.
E) Métodos de melhoramento de plantas autógamas: Considerações gerais; Seleção e hibridação; O método de pedigree; O método de população; Métodos de pedigree e população modificados; O método de retrocruzamento; Variedades multilinhas; O uso do vigor de híbrido.
F) Métodos de melhoramento de plantas alógamas: Considerações gerais; Seleção de linhagens e seleção recorrente; Testes de progênie e variedades sintéticas; Uso de vigor de híbrido; Métodos de melhoramento de plantas de propagação vegetativa; Formação de população base; Métodos de seleção de clones.
G) Métodos de melhoramento para tolerância a estresse biótico: Melhoramento para tolerância a doenças; Melhoramento para tolerância a pragas.
H) Métodos de melhoramento para tolerância a estresse abiótico: Melhoramento para tolerância a solos ácidos; Melhoramento para tolerância a estresse hídrico.
I) Biotecnologia aplicada ao melhoramento de plantas: Cultura de tecidos no melhoramento de plantas; Marcadores moleculares no melhoramento de plantas.

RECURSOS COMPUTACIONAIS PARA ANÁLISE ESTÁTISTICA - DISCIPLINA OPTATIVA - 60h
EMENTA: Introdução ao uso aplicado de planilhas eletrônicas. Aplicação de programas computacionais para análise estatística em experimentos inteiramente casualizados, blocos casualizados, fatoriais e parcelas subdivididas. Distribuição de freqüência, testes de significância e análise da regressão e correlação auxiliados pelo computador.
PROGRAMA: A) Introdução: Conceitos básicos; Princípios básicos da experimentação; Introdução ao uso de planilhas eletrônicas; Programas computacionais na análise estatística.
B) Análise de Variância com uso de programas computacionais: Experimentos com um fator; Delineamento Inteiramente Casualizado; Delineamento em Blocos Casualizado; Experimentos com dois fatores (Fatorial); Experimentos em Parcelas Subdivididas.
C) Testes de Comparações de Médias com uso de programas computacionais: Regressão com uso de programas computacionais; Soluções de mínimos quadrados; Análise de variância da regressão; Coeficiente de determinação; Funções potencial e exponencial.

SECAGEM E AERAÇÃO DE GRÃOS - DISCIPLINA OPTATIVA - 60h.
EMENTA: Formação da semente. Teor de água de produtos agrícolas. Caracterização física dos produtos agrícolas. Higroscopia. Psicrometria. Princípios de secagem. Sistemas de secagem de grãos. Tipos, características e operação de secadores. Custo de secagem. Aeração de grãos. Preservação da qualidade dos produtos agrícolas pela aeração. Movimento de ar. Manejo do sistema de aeração de grãos. Projeto de sistemas de aeração.
PROGRAMA: A) Importância da conservação de produtos após a colheita.
B) Constituição e propriedades físicas dos grãos e sementes: Formação da semente/fruto; Maturação fisiológica; Constituição e quantificação de constituintes de grãos e sementes; Massa específica aparente e real;
Porosidade da massa de grãos; Ângulo de repouso; Forma e tamanho; Velocidade terminal; Propriedades térmicas.
C) Amostragem e métodos de terminação do teor de água de produtos agrícolas: Sementes; Grãos.
D) Higroscopia: A água nos grãos e sementes; Fenômenos de sorção; Isotermas de sorção; Equações de equilíbrio higroscópico; Métodos de obtenção do equilíbrio higroscópico.
E) Psicrometria:Conceitos; Propriedades termodinâmicas do ar úmido; Operações que modificam o ar;. Apresentação e aplicação do gráfico psicrométrico; Curvas de equilíbrio higroscópico no gráfico psicrométrico.
F) Secagem e secadores de grãos e de sementes:Importância; Princípios gerais de secagem; Sistemas de secagem; Secagem natural; Secagem artificial; Secagem a baixas temperaturas; Secagem a altas temperaturas 
G) Aeração de grãos: Fundamentos da aeração; Sistemas de aeração de grãos; Manejo de sistemas de aeração de grãos; Sistemas de movimentação de ar; Projeto de um sistema de aeração de grãos; Refrigeração de grãos.

TÉCNICA DE REDAÇÃO CIENTÍFICA - DISCIPLINA OPTATIVA - 45h
EMENTA: Estrutura da pós-graduação: mestrado e doutorado/dissertação e tese. Diferenças entre projeto, dissertação e tese.
Estruturas do texto científico: título, autores, resumo, palavras-chave, abstract, key-words, introdução, material e métodos, resultados e discussão, conclusão e referências bibliográficas. Portal periódicos Capes,  SciELO e Qualis.
Normas de redação ABNT 6023. Elaboração, revisão e correção de textos técnicos.
Seminário: “A importância da formação didático-pedagógica e a construção de um novo perfil para docentes universitários”
PROGRAMA: Apresentação da disciplina, leitura do plano e dinâmica introdutória; Estrutura da pós-graduação; Diferenças entre projeto, dissertação e tese; A escolha do tema da pesquisa e seleção bibliográfica; Projeto de pesquisa; Procedimentos de pesquisa; Elaboração de artigo científico; Exposição geral das normas e partes integrantes de artigos científicos; Análise dos dados de pesquisa e definição da seqüência de apresentação dos dados e enfoque do artigo; Aspectos gerais das seções Resumo,  Introdução, Objetivos, Material e Métodos e Resultados e Discussão; Aspectos gerais das Normas de redação ABNT 6023; Unidades de medidas úteis; Consulta ao Portal periódicos Capes. 5.1. SciELO e Qualis; Elaboração, revisão e correção de textos técnicos; Debates sobre análise críticas solicitadas; Seminário: “A importância da formação didático-pedagógica e a construção de um novo perfil para docentes universitários” – prelecionista: Prof. Rodrigo Kelson S. Rezende; Aspectos gerais de apresentação científica oral.

TÓPICOS ESPECIAIS - BIOLOGIA E MANEJO DE PLANTAS DANINHAS - DISCIPLINA OPTATIVA - 45h
EMENTA: Histórico da ciência das plantas daninhas. Classificações e mecanismos de sobrevivência. Competição entre plantas daninhas e cultivadas. Métodos de controle de plantas daninhas.
PROGRAMA: A) Ciência das plantas daninhas: histórico, biologia, ecologia e fisiologia: Ciência das plantas daninhas; Importância da biologia para o manejo; Prejuízos causados pelas plantas daninhas; Ecologia das plantas daninhas.
B) Classificações e mecanismos de sobrevivência: Classificações (Botânica; Quanto ao ciclo; Quanto ao habitat); Dormência e manejo do solo.
C) Competição entre plantas daninhas e cultivadas:Conceitos e definições; Períodos de convivência.
D) Métodos de controle de plantas daninhas: Controle preventivo; Controle cultural; Controle físico; Controle mecânico; Controle biológico; Controle químico; Manejo integrado.

TÓPICOS ESPECIAIS - BIOMETRIA APLICADA AO MELHORAMENTO DE PLANTAS - DISCIPLINA OPTATIVA - 45h
EMENTA: Fundamentos de álgebra de matrizes. Delineamentos experimentais no melhoramento de plantas. Componentes de Variância no melhoramento de plantas. Modelos Lineares Mistos no melhoramento de plantas. Modelagem AMMI-Biplot no melhoramento de plantas. Análise de dialelos no melhoramento de plantas. Análise estatística espacial no melhoramento de plantas.
PROGRAMA: A) Fundamentos de Álgebra de Matrizes: Tipos Especiais de Matrizes; Operações Elementares com Matrizes; Autovalores e Autovetores.
B) Delineamentos Experimentais no Melhoramento de Plantas: Delineamento Experimental Blocos Completos Casualizados; Delineamento Experimental Látice; Delineamento Experimental Blocos Aumentados.
C) Componentes de Variância no Melhoramento de Plantas:  Modelo Estatístico; Modelos Fixos e Aleatórios; Esperança Matemática; Importância dos Componentes de Variância; Esperanças de Quadrados Médios; Variância dos Estimadores de Variâncias.
D) Modelos Lineares Mistos no Melhoramento de Plantas: Conceitos e Importância; Equações de Modelos Mistos; Estimação de Efeitos Fixos - BLUE; Estimação de Efeitos Aleatórios - BLUP; Testes de Hipóteses de Efeitos Fixos e Aleatórios; Estimação de Componentes de Variância por Máxima Verossimilhança – ML; Estimação de Componentes de Variância por Máxima Verossimilhança Restrita –REML.
E) Modelagem AMMI-Biplot no Melhoramento de Plantas: Conceitos e Importância; Componentes Principais; Decomposição em Valor Singular - DVS; Análise AMMI; Gráficos Biplot; Aplicação e interpretação da análise AMMI-Biplot.
F) Análise de Dialelos no Melhoramento de Plantas: Esquemas de Dialelos; Métodos de Análises de Dialelos; Emprego da Análise de Dialelos.
G) Análise Estatística Espacial no Melhoramento de Plantas: Estatística Descritiva Espacial; Análise Espacial de Experimentos; Interpretação de Análise Espacial.

TÓPICOS ESPECIAIS - CULTURA OLEAGINOSAS ALTERNATIVAS - DISCIPLINA OPTATIVA - 45h
EMENTA: Análise dos fatores que influem na produção de canola, crambe cartamo e níger. Estudos dos diferentes aspectos e dos recentes avanços da pesquisa agronômica relacionados com a tecnologia da produção e Pós-colheita.
PROGRAMA: A) Canola (Brassica napus L): Introdução; Importância econômica de canola; Origem, difusão e evolução do cultivo; Botânica, descrição da planta, estádios de desenvolvimento; Ecofisiologia da canola; Melhoramento genético e variedade de canola; Implantação da cultura, tratos culturais e manejo do solo; Calagem e adubação e nutrição mineral do canola; Controle de plantas daninhas; Manejo de pragas e doenças; Colheita e armazenamento.
B) Cultura do Crambe (Crambe abssynica Heoechst): Introdução; Importância econômica de crambe; Origem, difusão e evolução do cultivo; Botânica, descrição da planta, estádios de desenvolvimento; Ecofisiologia da crambe; Melhoramento genético e variedade de crambe; Implantação da cultura, tratos culturais e manejo do solo; Calagem e adubação e nutrição mineral do crambe; Controle de plantas daninhas; Manejo de pragas e doenças; Colheita e armazenamento.
C) Cultura do cartamo (Carthamus tinctorius): Introdução; Importância econômica de cartamo; Origem, difusão e evolução do cultivo; Botânica, descrição da planta, estádios de desenvolvimento; Ecofisiologia da cartamo;  Melhoramento genético e variedade de cartamo; Implantação da cultura, tratos culturais e manejo do solo; Calagem e adubação e nutrição mineral do cartamo; Controle de plantas daninhas; Manejo de pragas e doenças; Colheita e armazenamento.
D) Cultura da niger  (Guizotia abyssinica): Introdução; Importância econômica de niger; Origem, difusão e evolução do cultivo; Botânica, descrição da planta, estádios de desenvolvimento; Ecofisiologia da niger; Melhoramento genético e variedade de niger; Implantação da cultura, tratos culturais e manejo do solo;  Calagem e adubação e nutrição mineral do niger; Controle de plantas daninhas; Manejo de pragas e doenças; Colheita e armazenamento.

TÓPICOS ESPECIAIS - MÉTODOS ALTERNATIVOS PARA O CONTROLE DE PRAGAS - DISCIPLINA OPTATIVA - 60h
EMENTA: Tecnologias alternativas ao uso exclusivo de pesticidas químicas sintéticos no controle de pragas. O papel da biodiversidade no manejo de pragas. Vantagens econômicas, sociais e ecológicas do controle alternativo de pragas das principais culturas de interesse econômico. Bases cientificas, legais e profissionais do uso de produtos alternativos para o controle sustentável de pragas.
PROGRAMA: Biodiversidade de fitófagos e organismos benéficos e seus papéis ecológicos na agricultura; Fundamentos de agroecologia; Defensivos alternativos no controle de pragas; Nutrição organomineral de plantas no controle de pragas; Biofertilizantes no controle de pragas; Cultivos de cobertura, vegetação espontânea e cobertura morta no controle de pragas; Plantas que atraem insetos benéficos e fontes; Rotação de culturas e cultivo mínimo no controle de pragas;  Regulamentação e registro de produtos alternativos; Redesenho de agroecossistemas para um manejo de pragas.

TÓPICOS ESPECIAIS - SISTEMAS DE ARMAZENAGEM DE PRODUTOS AGRÍCOLAS - DISCIPLINA OPTATIVA - 45h
EMENTA: Recepção de grãos em unidades armazenadoras. Técnicas de amostragem. Classificação vegetal. Estrutura de armazenagem no Brasil. Características, componentes e dimensionamento de sistemas de armazenagem. Qualidade de produtos agrícolas durante o armazenamento. Operações de pré-processamento de produtos agrícolas. Transportadores. Prevenção de acidentes em unidades armazenadoras. Gerenciamento de unidades armazenadoras. Projetos de unidades armazenadoras.
PROGRAMA: A) Estrutura da armazenagem no Brasil: Início do armazenamento de grãos; Histórico; Importância da armazenagem; Estrutura teórica da armazenagem de grãos no Brasil; Certificação de unidades
armazenadoras.
B) Amostragem:Constituição dos grãos e sementes: Formação da semente/fruto; Maturação fisiológica; Constituição de grãos e sementes; Quantificação dos constituintes.
C) Amostragem: Sementes; Grãos.
D) Métodos de terminação do teor de água de produtos agrícolas:Métodos diretos; Métodos indiretos.
E) Classificação vegetal: Importância; Classificação vegetal por espécie; Emissão de laudos de classificação; Práticas de descontos.
F) Qualidade de grãos e sementes: Respiração; Fungos em grãos armazenados; Insetos pragas de grãos armazenados; Testes de avaliação de qualidade de grãos e sementes.
G) Unidades armazenadoras: Capacidade armazenadora; Equipamento dos armazéns e noções de projeto; Armazenagem a granel; Silos verticais; Silos horizontais.
I) Beneficiamento de grãos e sementes: Separação de grãos e sementes; Seqüência básica no beneficiamento; Limpadores de ar e peneiras; Separadores por comprimento; Separadores por largura e espessura; Mesa de gravidade; Separador espiral.
J) Movimentação de produtos em unidades armazenadoras: Transportadores verticais; Transportadores Horizontais.
L) Gerenciamento de unidades armazenadoras: Plano de atividades e gestão; Marketing; Segurança do trabalho; Acidentes em unidades armazenadoras.


 

      

 

  

      













 



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